Significado dos Nomes das Cidades da Rio Grande do Norte

Cidades ordenadas por ordem alfabética:

1. ACARI – O topônimo originou-se dos acaris, peixes de escamas ásperas e carne branca, cujo habitat era o “Poço do Felipe”.
2. AÇU – O nome Açu tem origem na “Taba-açu” (Aldeia Grande), então ponto de reunião dos selvagens da região, guerreiros, valentes, sem lei nem crença religiosa.
3. AFONSO BEZERRA – Homenagem ao seu ilustre filho e escritor Afonso de Ligório Bezerra que faleceu precocemente aos 23 anos de idade.
4. ÁGUA NOVA – Às margens do riacho do Meio havia um bebedouro onde nos moradores das proximidades encontraram água de boa qualidade, farta e nova.
5. ALEXANDRIA – Homenagem a Dona Alexandrina Barreto Ferreira Chaves, filha da terra e esposa de Ferreira Chaves, que foi Senador e Governador do Estado.
6. ALMINO AFONSO – Homenagem ao ilustre prefeito, Senador da República Almino Álvares Afonso natural do lugar.
7. ALTO DO RODRIGUES – O topônimo deve-se ao fato da casa grande, da fazenda do Capitão Rodrigues, situar-se numa elevação do terreno, à margem direita do Rio Açu, que os moradores passaram a chamar o Alto Rodrigues.
8. ANGICOS – Denominação, segundo alguns autores, vem de angico, árvore de grande aspecto muito comum no Norte.
9. ANTÔNIO MARTINS – Homenagem ao médico e político local que, como Deputado, defendeu vários projetos para a zona oeste do Estado.
10. APODI – Alusão à desembocadura do rio Apodi onde se deu a colonização com fazendas agropecuárias.
11. AREIA BRANCA – Recebeu este nome pela cor do solo da povoação.
12. ARÊS – O nome foi dado por um português que em época desconhecida habitou aquela região, batizando-a assim em homenagem a uma vila do Alentejo, em Portugal.
13. AUGUSTO SEVERO – Homenagem ao pioneiro da aeronáutica brasileira, o macaibense Augusto Severo de Albuquerque Maranhão. Era também político e jornalista.
14. BAÍA FORMOSA – A denominação originou-se por situar-se na belíssima enseada que se constitui a única baía do Estado do Rio Grande do Norte.
15. BARAÚNA – A denominação vem de “ïbirá-una” a madeira preta.
16. BARCELONA – Nome de um seringal no Amazonas, pertencente ao irmão de Félix Gomes de Melo, influente político da região, onde trabalhara alguns anos.
17. BENTO FERNANDES – Homenagem a Bento Fernandes de Macedo, o qual era agricultor nas campinas, com uma numerosa família de 18 filhos, honesta, laboriosa e dedicada.
18. BODÓ – Os mineradores encontraram um poço de água salgada que compararam o sabor da água ao gosto de um peixe chamado Bodó.
19. BOM JESUS – O Povoado cresceu e recebeu o nome de Bom Jesus, por sugestão do Frei Damião de Bozzano em homenagem a Jesus Cristo.
20. BREJINHO – Brejos existentes na localidade onde hoje se assenta o município deram origem ao nome do povoado.
21. CAIÇARA DO NORTE – Caiçara significa, na língua indígena, o semelhante a curral de gado ou cerca de proteção às casas dos índios.
22. CAIÇARA DO RIO DO VENTO – Situado às margens do Rio do Vento, Caiçara significa, na língua indígena, o semelhante a curral de gado ou cerca de proteção às casas dos índios.
23. CAICÓ – Alusão aos índios caicós, que habitavam nas proximidades da confluência do rio Barra Nova com o Seridó.
24. CAMPO REDONDO – Teve sua origem na fazenda de gado de nome Campo Redondo, situada em uma das ramificações da Serra do Doutor.
25. CANGUARETAMA – Significa “vale das matas” em tupi
26. CARAÚBAS – O topônimo do município é em virtude de estar localizado bem próximo a um bosque de Caraubeiras.
27. CARNAÚBA DOS DANTAS – A denominação tem origem no fato de haver no local, uma mata de carnaúbas, tendo sido acrescentado o vocábulo DANTAS, em homenagem ao seu fundador efetivo Caetano Dantas Correia.
28. CARNAUBAIS – A localidade, onde se situava uma área com vista ampla, verde e bela, com muitas carnaubeiras ao redor e com boa terra para cultivar.
29. CEARÁ-MIRIM – Vem da expressão tupi cê-ará, fala ou canta o papagaio ou cemo-ará, sai papagaio ou papagaio de saída e mirim, pequeno.
30. CERRO CORÁ – Homenagem ao derradeiro momento histórico da guerra do Paraguai onde ocorreu a Batalha de Cerro Corá.
31. CORONEL EZEQUIEL – Homenagem ao ilustre paraibano, que aí viveu muito tempo e contribuiu para o engrandecimento da localidade.
32. CORONEL JOÃO PESSOA – Homenagem ao incentivador da região, João Pessoa de Albuquerque, nascido em São Miguel, coronel da guarda nacional, era chefe político local, agricultor e negociante.
33. CRUZETA – O nome deve-se ao cruzamento dos rios Salgado, Quimporó e Riacho do Meio, que hoje formam a bacia do açude público municipal.
34. CURRAIS NOVOS – Cipriano Lopes, quando construiu novos currais, principalmente, na época das apartações do gado, nas proximidades da confluência dos rios Tororó e Maxumaré.
35. DOUTOR SEVERIANO – Homenagem a Francisco Severiano de Figueiredo Sobrinho. Advogado, Juiz Municipal, Promotor Público, Prefeito e Chefe Político.
36. ENCANTO – Em virtude do “Pico do Encanto”, formação rochosa localizada nas cercanias da cidade.
37. EQUADOR – O nome é porque está localizado numa área fronteiriça com o estado da Paraíba, tendo como demarcador do limite o ponto mais alto da serra das queimadas, onde as águas procedentes das chuvas escoam uma parte para a PB e outra para o RN, fenômeno esse que foi chamado de divisão ou equação das águas.
38. ESPÍRITO SANTO
39. EXTREMOZ – Seu nome é uma referência à sua localização geográfica a norte de Natal e se assemelha à cidade portuguesa de Estremoz, no Distrito de Évora.
40. FELIPE GUERRA – Homenagem a Felipe Néri de Brito Guerra, grande incentivador da região. Bacharel em Direito, político estudioso da Economia Regional.
41. FERNANDO PEDROZA – Homenagem a um grande proprietário da localidade.
42. FLORÂNIA – Em virtude das paisagens das várzeas cobertas de flores e plantas.
43. FRANCISCO DANTAS – Homenagem ao grande incentivador da região. Fazendeiro e político. Prefeito na revolução de 1930 construiu o prédio da administração.
44. FRUTUOSO GOMES – Homenagem ao agricultor que cedeu uma faixa de suas terras para a instalação da Estação Ferroviária de Mumbaça, o que facilitou a circulação da produção, proporcionando o desenvolvimento da localidade.
45. GALINHOS – O nome surgiu em face dos peixes “galos” lá pescados, serem de pequeno porte, por isso chamados, pelos pescadores de “galinhos”.
46. GOIANINHA – Goiana vem do vocábulo tupi Guaiana – “abundância de caranguejos”. Goiana Pequena – para distingui-la de Goiana Grande/PE.
47. GOVERNADOR DIX-SEPT ROSADO – Homenagem ao filho de Jerônimo Rosado, que iniciou a indústria extrativa de gipsita no município.
48. GROSSOS – A denominação originou-se de uma ilha coberta de um capim muito grosso, conhecida por Ilha dos Capins Grossos.
49. GUAMARÉ – O nome nasceu da junção de dois vocábulos “água e maré”. É justificado em razão de sua localização às margens dos rios Miassaba e Aratuá.
50. IELMO MARINHO – Homenagem a um jovem líder desaparecido aos 25 anos. Sofrendo de doença incurável, desde os 8 anos, Ielmo Marinho de Queiroz, percorria a cavalo o território, desenvolvendo invejável campanha no plano assistencial.
51. IPANGUAÇU – De Ipã-guaçu, ilha grande, nome de um pajé, guerreiro potiguar, que decisivamente auxiliou a fixação colonizadora dos portugueses no Potengi.
52. IPUEIRA – O topônimo significa lagoeiro, alagado pelo transbordamento de rio ou lagoa, ou ainda, charcos que permanecem algum tempo na superfície do terreno.
53. ITAJÁ – Palavra do idioma tupi-guarani que significa Terras de Pedras.
54. ITAÚ – Na linguagem indígena, significa pedra preta e nome de um cacique dos paiacus.
55. JAÇANÃ – Os antigos moradores explicam que o nome provém da grande quantidade de pássaros de mesmo nome que habitavam as lagoas da região.
56. JANDAÍRA – Devido a grande produção de mel das abelhas Jandaíra.
57. JANDUÍS – Homenagem aos índios que habitavam a região.
58. JANUÁRIO CICCO (Boa Saúde) – Homenagem a padroeira Nossa Senhora da Saúde e ao médico nascido em São José de Mipibu.
59. JAPI – O topônimo vem do nome dado pelos tupis xexéu. De ia-pu, o barulho, o ruído, o que faz rumor.
60. JARDIM DE ANGICOS – Angico, árvore de grande aspecto muito comum no Norte.
61. JARDIM DE PIRANHAS – Originou-se o nome pelo simples fato da existência da antiga Fazenda Jardim, situada à margem do renomado Rio Piranhas.
62. JARDIM DO SERIDÓ – Segundo a tradição local, o nome foi dado em virtude de famoso Jardim, cultivado por Capitão Rodrigues Viana.
63. JOÃO CÂMARA – Homenagem a João Severiano da Câmara, primeiro prefeito de Baixa Verde, onde estabeleceu seu domínio econômico.
64. JOÃO DIAS – Homenagem a João Dias, destemido e experiente desbravador dos sertões, fundador de situações posseiras, manejador de facão e rastejador de caminhos ignorados.
65. JOSÉ DA PENHA – Homenagem ao jornalista e Capitão do Exército, José da Penha Alves de Souza, um angicano idealista, orador e autor de livros sobre assuntos militares e filosóficos.
66. JUCURUTU – Homenagem aos índios da tribo Jucurutu, supostamente descendentes das tribos Canindés e Janduís, foram os primeiros habitantes da região.
67. JUNDIÁ – O processo de povoamento do território está diretamente vinculado ao Riacho Jundiá e ao Rio Araraí.
68. LAGOA DE PEDRAS – Havia pela ribeira do Apodi, entre Maxaranguape e Muriú, em Touros, uma “Lagoa de Pedras”.
69. LAGOA DE VELHOS – É forte a influência no nome da cidade, a partir do nome do riacho chamado dos Velhos.
70. LAGOA D`ANTA – A Lagoa tomou o topônimo legitimamente português D’Anta, “denominação” de velhas famílias de bom sangue, talvez de ignorado posseiro inicial, que acabou perdendo o apóstrofo, originando danta ou dantas, divulgado por todo Brasil.
71. LAGOA NOVA – O Capitão Francisco da Costa de Vasconcelos, pioneiro na região, nos idos de 1792, teria recebido uma sesmaria próxima a uma lagoa com terras, matas, criação de gado e plantações localizada abaixo da lagoa dos Espinheiros e chamada de Lagoa Nova.
72. LAGOA SALGADA
73. LAJES – Recebeu esse nome por estar estrategicamente situada nos caminhos do sertão numa região de pedras.
74. LAJES PINTADAS – Foi assim denominado por causa da existência de uma pedra com desenhos rupestres, localizada no seu caminho.
75. LUCRÉCIA – As terras que deu origem ao município pertenciam, em direito de posse, a uma mulher de cor, “Negra Lucrécia”, ali residente, com pequena lavoura de que vivia.
76. LUÍS GOMES – Homenagem a Luís Gomes de Medeiros, natural de Caicó que fundou o povoado.
77. MACAÍBA – O topônimo provém de uma espécie de palmeira, árvore não comum à região, existente na residência de Fabrício Gomes Pedroza, um dos primeiros povoadores do território.
78. MACAU – É uma corruptela da palavra chinesa Ama-ngao, que significa abrigo ou porto de Ama, deusa dos navegantes.
79. MAJOR SALES – Homenagem a um benfeitor do território.
80. MARCELINO VIEIRA – Homenagem ao paraibano, chefe político de Luís Gomes, que se impôs pela serena energia, bondade acolhedora, que valorizou, pela inciativa e exemplo, a terra que o considerava um dos melhores filhos.
81. MARTINS – Homenagem a Francisco Martins Roris, que se responsabilizou pela construção da capela de Nossa Senhora da Conceição, assumiu o comando da serra e contribuiu muito para desenvolvimento do povoado através da prática de vários trabalhos.
82. MAXARANGUAPE – É uma palavra do tupi guarani que define “cobra que faz barulho” (cascavel).
83. MESSIAS TARGINO – Homenagem a um ilustre antepassado de uma importante família do município.
84. MONTANHAS – Em virtude de situar-se entre montanhas que lhe proporcionam um clima ameno e aprazível.
85. MONTE ALEGRE
86. MONTE DAS GAMELEIRAS – Recebeu esse nome devido à existência de inúmeras e belas árvores desse tipo, que embelezam a paisagem local.
87. MOSSORÓ – Provavelmente em homenagem aos índios Monxorós que habitavam a região.
88. NATAL – O nome da cidade é explicado em duas versões: refere-se ao dia que a esquadra entrou na barra do Potengi ou a data da demarcação do sítio, realizada por Jerônimo de Albuquerque no dia 25 de dezembro de 1599.
89. NÍSIA FLORESTA – Homenagem a sua filha mais ilustre, a escritora Dionísia Gonçalves Pinto que usava um pseudônimo literário Nísia Floresta Brasileira Augusta.
90. NOVA CRUZ – Um missionário conhecedor de exorcismo adquiriu galhos de inharé vindos de Santa Cruz, fez uma cruz e fincou no ponto mais alto da vereda para afugentar o espírito maligno da “Anta esfolada”.
91. OLHO-D`ÁGUA DO BORGES – Referência a antiga propriedade rural de Domingos Borges de Abreu que possuía uma nascente denominada de Olho D’Água.
92. OURO BRANCO – O povoado recebeu esse nome por causa da grande predominância da cultura do algodão que, na época, exercia um grande reflexo na vida econômica da região, especialmente da localidade.
93. PARANÁ – Em função de um senhor chamado Vicente Paraná, que veio ali residir, e por que todos os habitantes gostavam de se deslocar até a casa do mesmo, para visitá-lo, daí todos começaram a dizer que iam para Paraná.
94. PARAÚ – É uma palavra do tupi guarani PERAU-U (rio do peraú, dos buracos submersos, onde se perde o pé).
95. PARAZINHO
96. PARELHAS – Nos caminhos da Fazenda Boqueirão havia uma ampla estrada onde os cavaleiros e boiadeiros costumavam experimentar a velocidade de seus cavalos, correndo lado a lado, pegando parelha, surgindo assim o nome da localidade.
97. PARNAMIRIM – A origem do topônimo é a expressão tupi-guarani “Paranã-mirim”, que significa “pequeno parente do mar ou pequeno rio veloz”.
98. PASSA E FICA – A bodega de Daniel Laureano de Souza tornou-se conhecida de todos, que ao passarem pela estrada eram atraídos a entrar e não queriam mais sair. Antônio Luiz Jorge de Oliveira, conhecido como Antônio Lulu, dizia que aquele lugar era o passa e fica.
99. PASSAGEM – Foi pelo motivo de oferecer as melhores condições de travessia aos viajantes que o rio Jacu deu origem ao surgimento de um novo povoado denominado de Passagem.
100. PATU – Em língua tupi quer dizer “terra alta”, “chapada”, “planalto”, “chapada sonora”, “serra do estrondo”.
101. PAU DOS FERROS – Os vaqueiros que transitavam pela região e tinham por hábito repousar à sombra das frondosas oiticicas, que se erguiam à beira de pequena lagoa, gravavam no tronco de uma delas, com ferro em brasa, as marcas das respectivas fazendas, a fim de torná-las conhecidas, facilitando assim a identificação das reses tresmalhadas. A árvore ficou conhecida como Pau dos Ferros.
102. PEDRA GRANDE – Pelo fato de existir uma pedra com mais de três metros de largura, a maior das redondezas, na estrada aos redores do povoado.
103. PEDRA PRETA – Em referência ao Rio da Pedra Preta que banhava a região, que mais tarde passou a se chamar riacho Pajeú.
104. PEDRO AVELINO – Homenagem prestada ao jornalista do Município de Angicos, Pedro Celestino Costa Avelino.
105. PEDRO VELHO – Homenagem à memória do republicano potiguar Pedro Velho de Albuquerque Maranhão.
106. PENDÊNCIAS – O topônimo municipal se deve as constantes lutas que travaram no início da colonização e que, por vezes, alternava a posse das terras, ora com os portugueses, ora com os silvícolas.
107. PILÕES – A Fazenda dos Pilões, encravada numa grande faixa de terra explorada e ocupada com currais onde se criava gado, foi que deu origem ao povoado onde hoje é o munícipio.
108. POÇO BRANCO – Os primeiros moradores do povoado deram este nome ao lugar devido aos poços de água cristalina que existiam à margem do rio Ceará Mirim.
109. PORTALEGRE – O nome seria proveniente de uma vila do Alentejo, em Portugal.
110. PORTO DO MANGUE – Pequeno porto marítimo localizado à beira de um mangue.
111. PUREZA – Por causa das qualidades medicinais das águas límpidas das nascentes do vale do Maxaranguape.
112. RAFAEL FERNANDES – Em homenagem a Rafael Fernandes Gurjão, que foi médico, industrial, comerciante e um grande incentivador pelo crescimento da região.
113. RAFAEL GODEIRO – Em homenagem póstuma ao líder político da região, homem de destaque em todo o Estado.
114. RIACHO DA CRUZ – Por causa de uma cruz fincada na beira do riacho Forquilha, indicando uma sepultura cristã.
115. RIACHO DE SANTANA – Em referência ao riacho de Santana onde teve início o povoamento.
116. RIACHUELO – Em homenagem à famosa batalha naval a qual o fundador do povoado havia participado como combatente e voluntário da pátria.
117. RIO DO FOGO – No caminho para as pescarias noturnas, os moradores da região avistavam com frequência aparições de um grande círculo de fogo em torno da lagoa com conotação de um autêntico fenômeno sobrenatural.
118. RODOLFO FERNANDES – Em homenagem ao filho da terra, Rodolfo Fernandes de Oliveira Martins, comerciante e industrial renomado, com forte atuação na indústria salineira em Macau e em Mossoró.
119. RUY BARBOSA – Em homenagem a Ruy Barbosa de Oliveira que foi um polímata brasileiro, tendo se destacado principalmente como jurista, advogado, político, diplomata, escritor, filólogo, jornalista, tradutor e orador.
120. SANTA CRUZ – Segundo a lenda, um santo missionário, dirigiu-se ao local e, cortando galhos de inharé, com eles ergueu uma cruz. Os malefícios cessaram como por encanto. Das fontes, a água jorrou em abundância, os animais tornaram-se mansos e humildes, as aves entoaram cânticos.
121. SANTA MARIA
122. SANTANA DO MATOS – Numa referência à santa milagrosa Nossa Senhora de Santana e ao dono da fazenda Manoel José de Matos, local onde deu origem ao município.
123. SANTANA DO SERIDÓ – Numa referência à santa milagrosa Nossa Senhora de Santana e a uma região geográfica e cultural do RN.
124. SANTO ANTÔNIO – Nome dado pelo vigário de Goianinha, Padre Manoel Ferreira Borges, quando ali rezou a primeira missa.
125. SÃO BENTO DO NORTE – Em virtude da abundância de cobras na área e por ser esse santo considerado o protetor das pessoas picadas pelas cobra.
126. SÃO BENTO DO TRAIRÍ – Numa referência a fazenda São Bento e por estar localizada às margens do riacho São Bento que deu origem ao povoado e Trairí é uma região do sertão nordestino.
127. SÃO FERNANDO – Nome dado pelo padre Francisco Rafael Fernandes.
128. SÃO FRANCISCO DO OESTE – Em homenagem ao padroeiro da cidade São Francisco de Assis.
129. SÃO GONÇALO DO AMARANTE – Em homenagem ao padroeiro da cidade São Gonçalo do Amarante.
130. SÃO JOÃO DO SABUGI – Em homenagem ao padroeiro da cidade São João Batista e em referência ao rio Sabugi.
131. SÃO JOSÉ DE MIPIBU – O nome é uma união entre a religiosidade (São José) e o famoso rio (Rio Mipibu) que emerge da terra de maneira surpreendente. Mipibu é uma palavra de origem Tupi que significa surgir subitamente.
132. SÃO JOSÉ DO CAMPESTRE – Em homenagem ao padroeiro da cidade São José e a uma casa alpendrada, situada nas terras da propriedade Campestre.
133. SÃO JOSÉ DO SERIDÓ – Em homenagem ao padroeiro da cidade São José e a uma região geográfica e cultural do RN.
134. SÃO MIGUEL – Em homenagem ao padroeiro da cidade São Miguel Arcanjo.
135. SÃO MIGUEL DO GOSTOSO – Em homenagem ao padroeiro da cidade São Miguel Arcanjo e o nome Gostoso vem de um vendedor ambulante morador na localidade que era um exímio contador de estórias, sempre acompanhadas de uma risada extremamente gostosa e contagiante. Ficou conhecido por Seu Gostoso.
136. SÃO PAULO DO POTENGI – Fusão dos nomes do padroeiro da cidade São Paulo com o do rio Potengi.
137. SÃO PEDRO – Em homenagem ao padroeiro da cidade São Pedro.
138. SÃO RAFAEL – O nome foi dado pelo Frei Serafim de Catânia, missionário capuchinho presente na área nos anos de 1845 e 1850.
139. SÃO TOMÉ – A denominação, conta os mais antigos, deveu-se ao mel servido a um viajante que se encontrava faminto e ao saciar-se, olhou para o céu e disse: “SANTO MÉ”.
140. SÃO VICENTE – Devido à construção da Capela dedicada a São Vicente por Joaquim Adelino de Medeiros.
141. SENADOR ELÓI DE SOUZA – Homenagem ao líder político que esteve sempre à frente no combate às secas que castigavam a região.
142. SENADOR GEORGINO AVELINO – Homenagem ao grande homem público norte-rio-grandense.
143. SERRA CAIADA – O povoamento da região começou com a concessão de terras ao padre José Vieira Afonso, terras essas situadas entre dois rios que ladeavam as encostas de Serra Caiada.
144. SERRA DE SÃO BENTO – Em homenagem ao padroeiro da cidade São Bento Abade e da aprazível serra do Pires onde nasceu o primeiro núcleo de povoamento do município.
145. SERRA DO MEL – Em virtude da grande quantidade de mel silvestre produzido pelas abelhas existentes em abundância na região.
146. SERRA NEGRA DO NORTE – Este nome refere-se a impressão dada pela espessa vegetação primitiva na área, muito escura e ensejando um contorno serrano.
147. SERRINHA – Em meados do século XIX, surgiu uma pequena comunidade rural situada nas proximidades de um olho d’água encravado no pé de uma serra, que ficou conhecida como Serrinha do Olho d’Água.
148. SERRINHA DOS PINTOS – Uma referência comparativa entre a serra de menor porte onde está a localidade e a grande Serra de Martins, situada nas proximidades e ao colonizador pioneiro e desbravador, Agostinho Pinto.
149. SEVERIANO MELO – Homenagem a um filho de tradicional família existente entre as terras de Apodi e Itaú. Foi líder regional, grande incentivador da terra e, praticamente, fundador da cidade.
150. SÍTIO NOVO – Nome dado pelo fundador Francisco Ferreira Lima, popularmente conhecido como “Seu Chicó”.
151. TABOLEIRO GRANDE
152. TAIPU – Palavra que se origina de Itaipi, nome do aldeamento indígena da região.
153. TANGARÁ – Nome de um pássaro que se caracteriza pelo costume de andar aos saltos, conhecido como pássaro pulador.
154. TENENTE ANANIAS – Homenagem a um ilustre filho da terra, tenente das forças armadas e ex-combatente.
155. TENENTE LAURENTINO CRUZ – Homenagem prestada ao pai do principal responsável pela fundação da povoação, padre Sinval Laurentino.
156. TIBAU – Vem do Tupy “TI” PAUM, que traduzido, significa “entre dois rios” ou “entre duas águas”. No caso, a localização de Tibau entre os rios Jaguaribe e Mossoró.
157. TIBAU DO SUL – Vem do Tupy “TI” PAUM, que traduzido, significa “entre dois rios” ou “entre duas águas”. No caso, a localização de Tibau do Sul entre a Lagoa de Guaraíras e o Oceano Atlântico.
158. TIMBAÚBA DOS BATISTAS – Timbaúba é o nome de uma árvore cujo fruto produz uma espécie de espuma, às vezes utilizado como sabão e homenagem à família de pioneiros responsáveis pelo engrandecimento do município.
159. TOUROS – Segundo os mais antigos o nome pode ter vindo da existência de um rochedo situado na praia com as formas de uma cabeça de touro, ou foi dado pelos portugueses numa referência a um grande rebanho de gado existente na região.
160. TRIUNFO POTIGUAR – O nome do município, Triunfo, foi herdado do nome do município sede, que passou a se chamar Augusto Severo no ano de 1903 e Potiguar ou potiguara é o nome de uma grande tribo tupi que habitava a região litorânea que em tupi quer dizer “comedor de camarão”.
161. UMARIZAL – Numa referência à grande quantidade de umazeiras existente na região, que consegue, mesmo em período de estiagem, molhar o solo debaixo de sua copa com gotejamento, sendo conhecida como a árvore que verte água.
162. UPANEMA – O nome é de origem tupi, admitindo duas interpretações semânticas: “água ruim, rio sem peixes”, através da junção dos termos ‘y (“água”) e panema (“imprestável”) e “lago fedorento”, através da junção dos termos upaba (“lago”) e nem (“fedorento”).
163. VÁRZEA – Os primeiros sinais de povoamento se deram em terras banhadas pelo rio Jacu e pelo riacho Várzea.
164. VENHA-VER – Refere-se ao namoro entre a filha de um fazendeiro e um de seus escravos. Descontente com essa amizade, o fazendeiro decidiu mandar sua filha para outra região. Ao procurar pela filha na manhã do dia de sua partida, foi informado por uma escrava que a moça estava proseando com o namorado. O fazendeiro não acreditou na conversa da escrava que não teve alternativa a não ser chamá-lo para comprovar pessoalmente sua informação. Venha ver, disse a escrava enfrentando o revoltado patrão.
165. VERA CRUZ – Numa referência ao Riacho Vera Cruz onde em suas margens se deu início ao povoamento da cidade.
166. VIÇOSA – Teria sido dado pelo português Miguel Caldas Caldeira de Pina Castelo Branco, que ao subir a serra ficou maravilhado com a beleza do vale e falou: “Outra Viçosa”, isto por já existir em Portugal a vila Viçosa, antiga residência dos Duques de Bragança.
167. VILA FLOR – Homenagem a Vila Flor, vila portuguesa pertencente ao Distrito de Bragança, Região Norte de Portugal.