Significado dos Nomes das Cidades de Pernambuco

Cidades ordenadas por ordem alfabética:

1. ABREU E LIMA – é homenagem ao militar e político José Inácio de Abreu e Lima, um dos heróis da insurreição pernambucana conhecida como Revolução Praieira (1848) e que também lutou ao lado de Simon Bolívar pela libertação da Venezuela.
2. AFOGADOS DA INGAZEIRA – O padre Ibiapina realizou um casamento de uns noivos provenientes do sítio Dois Riachos, os quais, quando atravessavam o referido Rio Pajeú, que estava num período de cheia, pereceram afogados no local. Isto ocorreu por volta do ano 1840, quando o local passou a ser conhecido por “Passagem dos Afogados”.
3. AFRÂNIO – Em referência ao engenheiro da estrada de ferro, o Ministro da Viação e Obras Públicas, Afrânio de Melo Franco, pai do jurista Afonso Arinos de Melo Franco.
4. AGRESTINA – O topônimo foi escolhido por localizar-se no coração do Agreste Pernambucano
5. ÁGUA PRETA – Seu nome inicial era Rio Preto, originado de um rio situado a 500 metros da cidade, que tinha vários pontos com águas bastante escuras, surgindo daí o nome do município.
6. ÁGUAS BELAS – A denominação Águas Belas surgiu quando o Ouvidor Jacobina, durante uma viagem, encontrou no local água potável de excelente qualidade e teria falado: “Águas Belas, as desta povoação que a chamam de Ipanema, quando lhe deviam chamar, antes, Águas Belas”.
7. ALAGOINHA – O nome Alagoinha é proveniente da grande quantidade de pequenos tanques, lagoas e poços que existiam sobre os vastos lajedos na área que circundava a fazenda.
8. ALIANÇA – Frei Caetano de Rossina chegou à povoação para pregar missões e desencadeou uma campanha para ampliar a capela. O frade encontrou na população do povoado total disposição para ajudar na empreitada e teria dito: “Isso aqui é uma verdadeira aliança”.
9. ALTINHO – O nome Altinho veio logo depois, por conta da sua localização ser num planalto, exatamente no alto de uma colina.
10. AMARAJI – Amaraji é uma palavra de origem Tupi (Ama quer dizer água do céu ou chuva e raji, abundantes).
11. ANGELIM – A origem do topônimo se deve a uma grande árvore existente na cidade (Angelim – amargoso), à sombra da qual era realizada semanalmente, uma feira, onde hoje está localizada a Rua São José.
12. ARAÇOIABA – O nome Araçoiaba é de origem tupi-guarani, formado pelos seguintes termos: Ara, que significa sol, tempo + çoyaba que quer dizer cobertura, anteparo. Portanto, teria o seguinte significado: anteparo ao sol, anteparo ao mau tempo, “chapéu” ou “morro em forma de chapéu”.
13. ARARIPINA – atribui-se, provavelmente, à proximidade com a chapada do Araripe. Significa papagaio pelado: arari (papagaio) + pina (pelado), uma alusão ao formato da serra do Araripe que se parece com uma ave sem penas.
14. ARCOVERDE – uma homenagem ao Cardeal Arcoverde, primeiro cardeal brasileiro e da América Latina.
15. BARRA DE GUABIRABA – A origem do topônimo do Município de Guabiraba, segundo notas encontradas a respeito, deve-se ao fato de por ali haver passado em viagem de estudos, o historiador Mário Melo, que avistando a barra próxima a confluência do rio Sirinhaém com Bonito Grande e existindo nesse local uma frondosa Guabiraba, o historiador extasiado com o que vira, teria chamado de Barra da Guabiraba.
16. BARREIROS – As escavações e depressões feitas nas circunvizinhanças pelos porcos do mato (caititus) para seus espojeiros deram o nome à localidade nascente, pois os índios começaram a denominá-la de barreiros. Muito próximos a esses barreiros, o local onde começou a crescer e fixar-se um núcleo populacional, anos depois, tornou-se a sede do Município.
17. BELÉM DE MARIA – Devido à construção da Capela de Nossa Senhora das Dores, o núcleo residencial passou a denominar-se Povoado de Belém de Maria.
18. BELÉM DE SÃO FRANCISCO – Em homenagem à venerável padroeira Nossa Senhora do Belém, da extinta capela do Araxá e por estar situada às margens do Rio São Francisco.
19. BELO JARDIM – Em 1881, o missionário capuchinho Frei Cassiano de Camachio, de passagem pela comunidade, sugeriu que o nome do povoado fosse mudado para Belo Jardim e assim ficou.
20. BETÂNIA –
21. BEZERROS – Duas versões explicam o topônimo Bezerros: o nome da família Bezerra, na tradição popular, ou a que diz ter sido o local, primitivamente, uma queimada de bezerros. A verdade é que quando da fundação do povoado, no século passado, já era oficialmente conhecido por Bezerros.
22. BODOCÓ – A origem do nome do Povoado, conforme os Bodocoenses há duas versões: uma de que o nome veio de uma planta aquática muito abundante na região, denominada de Bodocó, versão mais correta para uns, a outra, do nome de uma tribo indígena que aqui habitou, chamada Bodorocos.
23. BOM CONSELHO – Em razão da construção do monumental Colégio Nossa Senhora do Bom Conselho. Esse foi o primeiro educandário de grande porte para a educação feminina no Nordeste. É célebre a frase do seu fundador, o capuchinho Frei Caetano de Messina: “Educando-se uma menina, educa-se uma mãe; educando-se uma mãe, transforma-se uma sociedade”.
24. BOM JARDIM – Pôr conta da fertilidade do solo da região, a fazenda era tida como um “bom jardim”.
25. BONITO – Consta que o nome da cidade surgiu depois que alguns caçadores encontraram, na região ainda despovoada, um riacho de água cristalina; um deles teria afirmado “que rio bonito” e, depois, todos passaram a se referir à “área do rio bonito”, para orientar as suas andanças pela região.
26. BREJÃO –
27. BREJINHO –
28. BREJO DA MADRE DE DEUS – Os religiosos instalaram um hospício denominado Madre de Deus (vindo daí o nome da futura cidade, que fica numa região de brejos).
29. BUENOS AIRES –
30. BUÍQUE – Há, pelo menos, três versões para explicar o nome do município. A primeira diz que Buíque, vocábulo Tupi, designa “lugar de cobras”. A segunda versão diz que Buíque significa “terra de sal”. E a terceira versão, menos difundida, diz que o nome do município surgiu porque os índios que primitivamente habitavam a região usavam um osso como instrumento musical que produzia o som “buíque, buíque, buíque”.
31. CABO DE SANTO AGOSTINHO – Seu nome deve-se ao acidente geográfico encontrado no local.
32. CABROBÓ – de origem indígena, há várias versões. Uma, por exemplo, diz significar “árvore de urubus”. Outra, a mais aceita pelos historiadores, diz representar “lugar de cabras negras”.
33. CACHOEIRINHA – decorre da existência de uma pequena cachoeira, nas proximidades da cidade, formada por um afluente do Rio Una.
34. CAETÉS – Segundo Mário Melo, historiador, caetés é uma corruptela de caá-etê, significando “mato real ou verdadeiro, mata virgem”.
35. CALÇADO – O nome calçado originou-se de um boi preto, cujas patas eram totalmente brancas, chamado por isso, O Boi Calçado. O boi vivia solto e costumava pastar e descansar a sombra da árvore denominada barriguda.
36. CALUMBI – existência de grande quantidade de arbustos de pequeno porte no rio Pajeú
37. CAMARAGIBE – O topônimo Camaragibe significa “rio dos camarás” (camara: a planta, y: rio, pe: em). Camará ou cambará é o nome de um arbusto presente na região.
38. CAMOCIM DE SÃO FÉLIX – Segundo Mário Melo (1931) e Daury da Silveira (1982), Camocim provém de camucim, do tupi kamu’si: pote, vaso, urna funerária. Já nos registros do IBGE, a palavra provém de caá: pau + mocina: polir, significando “pau lavrado”, ou ainda “buraco de enterrar defunto” (co: buraco + ambyra: defunto + anhotim: enterrar).
39. CAMUTANGA – A ORIGEM do nome é indígena onde seus primeiros habitantes eram COMUM A TANGA, ao pé da letra que dizer uma espécie de Vespa ou Papagaio de várias cores, origem dada pelos antigos moradores do município como também CAANGA que quer dizer casa de maribondos em Tupy Guarani que mais tarde denominou-se CAMUTANGA.
40. CANHOTINHO – No início do século XIX, dois irmãos habitavam na margem esquerda do rio que banha o atual Município: um instalado no local onde hoje se estende a Rua da Estação e outro mais acima, para as bandas do Lajeiro e da Serra dos Bois. Este último, tendo perdido a mão direita, passou a ser conhecido como “Canhoto”, apelido que se estendeu ao próprio rio. Seu irmão, a princípio identificado como “irmão de Canhoto”, e mais tarde alcunhado de “Canhotinho” (talvez por ser de estatura mais baixa),
41. CAPOEIRAS – Antônio Houaiss atribui a origem do nome capoeira ao tupi ko’pwera (de ko: roça + pwera: “que já foi”). Outros consideram uma corruptela de cáa-poera, que significa mata cortada, destruída para o plantio. Outro significado é roça extinta, invadida pelo mato. Segundo o IBGE, o nome Capoeiras provém do vocábulo indígena Capoeirã (mato frio).
42. CARNAÍBA – A palavra Carnaíba, segundo alguns historiadores, é uma corruptela de Carnaúba, palmeira existente em abundância, à época, no local onde surgiu o município. A palavra origina-se do tupi karana’iwa, “planta espinhosa”.
43. CARNAUBEIRA DA PENHA – Carnaubeira foi por existir uma grande quantidade de Carnaúbas na região, no início do seu povoamento. E Penha foi em homenagem a Nossa Senhora da Penha, a escolhida como sua padroeira.
44. CARPINA – O Topônimo “Carpina” tem a sua origem no nome de um antigo morador, o tanoeiro Martinho Francisco de Andrade Lima, que até 1822 residia à margem da estrada de Chã, conhecido como “o Carpina”, daí o nome “Chã de Carpina”.
45. CARUARU – Sobre a origem do topônimo Caruaru, há várias explicações. Uma diz que surgiu de Caruás (fonte ou água que, no local, transmitia moléstias aos animais). Outra diz ser uma corruptela da palavra Caruari (que significa rio dos Caruarãs). E uma terceira versão fala da existência, na região, de uma planta denominada Caruru, surgindo daí o nome da cidade.
46. CASINHAS – Segundo a tradição local, por volta de 1890, no caminho entre Bom Jardim e a mata existente no local, havia uma casinha de palha, onde vivia uma senhora portadora de deficiência que costumava dar pouso aos viajantes. Posteriormente mudou-se para o local o Sr. José Barbosa de Farias. Outras famílias estabeleceram-se no local. Em 1894, foi construída uma capela dedicada a Nossa Senhora das Dores, atual padroeira, pelo professor José Merim. A partir deste núcleo de pequenas casas, que deu origem ao nome Casinhas, surgiu o município.
47. CATENDE – O nome Catende tem duas versões: a corruptela de “Katendi” do africano que significa lagartixa, ou “Caatendi” do indígena, mato brilhante ou o que resplandece. Segundo alguns entendidos, esta última é a mais aceita.
48. CEDRO – Na primeira versão, conta-se que no local onde hoje está edificada a Igreja Matriz, havia uma frondosa árvore de Cedro onde para lá muitos se dirigiam dizendo: “vou ao pé de Cedro”, “vou ao cedro” Outros se referindo a quem estava lá, diziam: “fulano está no pé de cedro”, “está no cedro”. Na segunda versão, que necessariamente não exclui a primeira, conta-se que nessa época havia árvores de cedro em abundância, sendo a referência feita ao local também por conta deste fato.
49. CHÃ DE ALEGRIA – Construíram uma pequena casa de oração, iniciando assim o povoamento de uma “chã” com poucas casas, porém muito alegre vindo aí o nome adotado até hoje.
50. CHÃ GRANDE – por se encontrar localizada numa chã muito grande. Chã significa terreno plano no auto de um morro
51. CONDADO – homenagem ao Engenho Condado e riacho do mesmo nome ali existente
52. CORRENTES – O nome do município tem origem no Rio Correntes, que conflui, ali, no Rio Mundaú.
53. CORTÊS – O povoado surgiu a partir do sítio do Capitão Francisco Velozo da Silveira, denominado Cortês, adquirido em 1872.
54. CUMARU – O nome do município tem origem na árvore Cumaru, que segundo o padre Montoya, significa alimento indigesto.
55. CUPIRA – Foi edificada uma capela à margem de uma lagoa onde existia uma grande árvore (baraúna). Na frondosa baraúna, fizeram “morada” umas abelhas conhecidas por cupira. O topônimo Cupira provém do Tupi kupi’ira e significa “abelha do cupim”. É o nome de uma abelha que faz sua colmeia nos cupinzeiros.
56. CUSTÓDIA – Diz a tradição que uma das origens do nome Custódia viria do fato desses jesuítas estarem “sob custódia” da população local que os acolheu, já que eles estavam sendo perseguidos e naquele local ficaram protegidos. Entretanto, a versão mais aceita é que o nome seria uma homenagem a Dona Custódia, proprietária de uma pousada que hospedava tropeiros e viajantes.
57. DORMENTES – Uma lenda local, segundo a qual havia um cavalo que vivia em terras do atual distrito de Santa Cruz que vivia fugindo para a beira de uma lagoa, onde permanecia deitado. O cavalo passou a ser chamado de dormente. A lagoa passou a ser assim denominada de dormente. Este nome passou ao povoado.
58. ESCADA – O oratório, dedicado a Nossa Senhora da Apresentação, ficava na parte alta da aldeia e, para que os índios chegassem ao altar, foi preciso fazer uma grande escada.
59. EXU – Consta que a denominação do município veio de uma corruptela do nome da tribo Ançu, pertencente à Nação dos Cariris. Mas, outra versão diz que o nome Exu foi dado pelos índios que ali viviam, porque na região existia grande quantidade de abelhas que eles chamavam de “inxu”.
60. FEIRA NOVA – Anteriormente, o povoado era conhecido pela denominação de Jardim. Consta que o atual nome do município surgiu depois que um antigo fazendeiro, residente na zona rural, resolveu criar, no centro da cidade, uma nova feira-livre realizada aos domingos – a anterior ocorria aos sábados.
61. FERREIROS – Acredita-se que a origem da povoação de Ferreiros, deu-se nos fins do século passado, quando no lugar, onde hoje se ergue a cidade, residiam alguns ferreiros (artífices que trabalhavam com ferro).
62. FLORES – é originária do fato de haver entre os primeiros moradores do referido arraial, umas donzelas distintas por seus sentimentos de piedade, as quais, talvez por semelhantes atributos, eram designadas moças flores.
63. FLORESTA –
64. FREI MIGUELINHO – Homenagem ao religioso que, em sua retirada da revolução pernambucana de 1817, esteve na localidade por um período.
65. GAMELEIRA – O topônimo de Gameleira teve origem no grande número de árvores da Gameleira existentes no lugar.
66. GARANHUNS – A origem do nome Garanhuns tem várias versões, sendo a mais comum a que diz tratar-se de palavra indígena identificadora de sítio dos guarás (cães selvagens) e anuns (espécie de pássaro preto). Vale lembrar que a serra onde surgiu o município era conhecida pelo nome da tribo garanhuns, de origem cariri, que ali habitava. Já o Dr. Mário Melo, em sua Toponímia Pernambucana, diz: “Garanhuns – (Mun. e cidade) – Corr. Guirá-nhum, os pássaros pretos (Theodoro Sampaio, 124) – Alfredo de Carvalho”. A derivação deve ser Guara-nhum, indivíduo preto, aplicada no quilombo da serra, pois ainda hoje os índios carijós de Águas Belas conhecem Garanhuns como Claiô, no seu dialeto Iatê-clai, branco lô, não; não branco, escuro, preto, aplicado aos quilombos. Convém ainda notar que a serra de Garanhuns era conhecida pelo nome da tribo garanhuns, de origem cariri, que a habitava.
67. GLÓRIA DO GOITÁ – A denominação do município tem origem na junção do nome da padroeira, Nossa Senhora da Glória, com o Rio Goitá. Goitá vem de “gua-ita”, palavra indígena que significa “pedra da baixa”.
68. GOIANA – O topônimo do município aparece pela primeira vez nos catálogos da Companhia de Jesus, em 1592, com o nome de aldeia de “Gueena”. O mesmo documento, em 1606, registra-o com a grafia modificada para “Goyana” e, finalmente Goiana. Alguns estudiosos dizem que Goiana é palavra de origem da língua tupi e significa: gente estimada. Outros filólogos divergem e dizem ter o significado de: mistura ou parente e, ainda, Frei Vicente de Salvador, em 1627, definiu como sendo: porto ou ancoradouro. A origem mais provável do nome Goyanna é que venha da palavra em tupi-guarani “Guyanna”, que significa “terra de muitas águas”.
69. GRANITO – A denominação primitiva da povoação foi motivada pela predominância da rocha granito no solo do lugar.
70. GRAVATÁ – O topônimo de Gravata, segundo o naturalista Carl F. Martius é um vocábulo de origem indígena: “vem da corruptela da palavra Caranhetá. Significa erva que arranha, ou espinhosa”.
71. IATI – A região era primitivamente habitada por índios Carijós e Tupiniquins que denominavam o local de Iati, que quer dizer Casa Nova.
72. IBIMIRIM – O topônimo Ibimirim significa “terra Pequena” (Ibi=terra e Mirim=pequena). Muitos acreditam também que o nome pode fazer referência a um tipo de pássaro.
73. IBIRAJUBA – Ibirajuba é vocábulo indígena que significa “árvore amarela”. Do tupi ybirá: árvore, tronco, madeira; e yuba: amarelo, louro.
74. IGARASSU – De origem indígena, nome Iguarassú significa “canoa grande”.
75. IGUARACI – Há diversas interpretações para o nome Iguaraci. Segundo Roberto Harrop Galvão, Guaraci em tupi antigo quer dizer Sol: guará significa seres viventes e ci, mãe. Para os tupis, o sol era uma entidade feminina, a Mãe dos Viventes. O nome Iguaraci seria uma diferenciação do município Guaraci, em São Paulo. Segundo Plínio Salgado, Iguaraci significa aurora (i ou gua quer dizer água, e o sol, no Brasil, nascem do lado do mar). Já segundo Tibiriçá argumenta que a palavra é originária de ycuara-assy, que quer dizer “poço pestilento”.
76. ILHA DE ITAMARACÁ – O nome Itamaracá é de origem indígena e significa “pedra que canta” ou “pedra sonante” (ita = pedra e maracá = que canta ou sonante).
77. INAJÁ – O nome Inajá é de origem indígena que quer dizer Palmeira Pequena, em homenagem às carnaubeiras existentes nas margens do Rio Moxotó.
78. INGAZEIRA – A origem do seu nome se deve à existência de grandes plantas nativas conhecidas como Ingá.
79. IPOJUCA – A origem do seu nome vem do tupi guarani Iapajuque, que significa Água Escura.
80. IPUBI – Nome indígena que significa “lugar úmido” ou provém do tupi ipu-obi = poço ou fonte verde
81. ITACURUBA – Significa o nome Itacuruba, na língua Tupi-guarani: Ita = pedra; curuba = cascuda ou furada.
82. ITAÍBA – Era chamado Pau Ferro, assim, o nome Pau Ferro foi convertido para o Tupi: itá: pedra ou metal + iba: árvore. Segundo o IBGE, Itaíba, o topônimo é de origem indígena e significa árvore leguminosa.
83. ITAMBÉ – O nome Itambé é vocábulo indígena, significando “Pedra Afiada”, “Pedra de Amolar”, que foram usadas em isqueiros, donde, posteriormente, também, a denominação de “Pedras de Fogo”, nome, aliás, porque é conhecida a localidade paraibana, que lhe fica ao norte, cujas ruas são contiguas as da cidade de Itambé.
84. ITAPETIM – Itapetim se chamava Umburanas. O significado e a origem do nome vieram das árvores de igual denominação existentes no local.
85. ITAPISSUMA – De origem Tupi-Guarani, a palavra Itapissuma quer dizer “pedra negra”, ou seja, derivaria de Ita que significa pedra e de xuma que significa negra.
86. ITAQUITINGA – Segundo José de Almeida Maciel (1984), o topônimo é composto por dois termos: itaqui: arenito + tinga: branco, ou seja, areia branca. Luiz Caldas Tibiriçá decompõe assim: ita-ky-tinga – pedra branca aguçada.
87. JABOATÃO DOS GUARARAPES – O nome Jaboatão teria origem no vocábulo indígena Yapoatan que designa uma planta (antes comum na região) usada na fabricação de mastros para embarcações. Guararapes é referência ao local onde foi travada a batalha que resultou na expulsão dos holandeses de Pernambuco.
88. JAQUEIRA – O nome Jaqueira provém de uma árvore centenária, ainda hoje frutificando, situada no pátio Quadro.
89. JATAÚBA – Jataúba (ou jataíba ou jatobá, do tupi yetaïw) é o nome de uma palmeira nativa (Hymenaea courbaril).
90. JATOBÁ – O nome do Município (Jatobá) é decorrente da existência, na região, de frondosas árvores de jatobazeiros.
91. JOÃO ALFREDO – O nome do município é uma homenagem a João Alfredo Corrêa de Oliveira (1835-1919), natural de Itamaracá, doutor em Direito que ocupou vários cargos públicos: ministro da agricultura e da fazenda no Império, senador pela província de Pernambuco, deputado provincial, deputado geral e presidente das províncias do Pará e de São Paulo. Foi, ainda, delegado de polícia, juiz de Direito e promotor público, presidente do Banco do Brasil.
92. JOAQUIM NABUCO – Homenagem a Joaquim Aurélio Barreto Nabuco de Araújo foi um político, diplomata, historiador, jurista e jornalista brasileiro formado pela Faculdade de Direito do Recife. Foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras.
93. JUCATI – Sobre a origem do nome, José de Almeida Maciel, Jucati seria o nome indígena de uma planta local. Segundo o IBGE, seria um derivativo do pau-ferro, ou jucá. A prefeitura local dá outro significado: “terreno pedregoso, argila forte”.
94. JUPI – Os espinhos chamados pelos nativos de Yupi, que significa “ESPINHO AGUDO” deram origem ao nome do município.
95. JUREMA – Em virtude da abundancia desta planta na região. A palavra Jurema é de origem tupi-guarani significando espinho fétido.
96. LAGOA DO CARRO – De acordo com a população, o nome da cidade tem origem na história que um carro de boi teria caído em suas águas, dando nome ao vilarejo que mais tarde virou município.
97. LAGOA DO ITAENGA – O nome Lagoa de Itaenga tem origem indígena, pois na cidade existe uma lagoa em que há uma Pedra (Ita na língua dos nativos) e uma vegetação brava chamada Enga, com isso juntaram a palavra Ita + Enga e formou o nome Lagoa de Itaenga.
98. LAGOA DO OURO – O nome Lagoa do Ouro deve-se à lenda de que em uma lagoa aqui próxima à localidade, foram encontradas pepitas ou barras de ouro em um terreno pertencente ao senhor João Alves da Silva, que por isto passou a ser conhecido como João do Ouro.
99. LAGOA DOS GATOS – A belíssima lagoa, única área franqueada aos raios solares, tinha suas águas límpidas e doces protegidas por extenso lençol de junco e piripiri. Certo dia, um caboclo caçador deparou, casualmente, com uns gatos maracajás bebendo ali, sendo o fato relatado aos demais habitantes das proximidades que passaram a se utilizar da mencionada lagoa, que daí por diante ficou denominada “Lagoa dos Gatos”.
100. LAGOA GRANDE – O seu nome surgiu a partir de uma lagoa de água doce da qual todos os habitantes dessa localidade se abasteciam. Daí surgiu o nome de Lagoa Grande.
101. LAJEDO – Seu nome é derivado de lajeiros (vastos afloramentos de rochas) existentes na região, formando caldeirões de onde a população tirava água da chuva que ali se acumulava.
102. LIMOEIRO – O nome do município está ligado ao fato de ter existido, naquela região, uma grande quantidade da árvore produtora de limão, o limoeiro. Existe, inclusive, uma versão de que o padre Ponciano, ao catequizar os índios, teria feito passar por “milagre” o surgimento, no tronco de um limoeiro, de uma imagem de Nossa senhora, episódio que contribuiu para a escolha do nome do lugar.
103. MACAPARANA – O filólogo Mário Melo mudou o nome de Macapá para Macaparana, uma vez que Macabá, nome de uma palmeira existente na época em abundância na região, já era o nome de outra cidade brasileira. Para uns, Macabá é o nome de uma palmeira. Para outros, significa “pomar de macabas”, que é o fruto de uma palmeira. Macaba ou bacaba provém do tupi iwa-kawa: “fruta gorda, graxa”. Mário Melo criou o termo Macaparana adicionando a desinência rana (macapá + rana), cujo significado em tupi é “semelhante, parecido”. Então, Macaparana seria parecida com a outra, com Macapá.
104. MACHADOS – O município teve origem próximo ao Engenho Machado (de propriedade da família do mesmo nome)
105. MANARI – O topônimo Manari, do tupi amana-r-i, significa “riacho, água da chuva”, em alusão a um curso de rio que corria nas suas proximidades.
106. MARAIAL – O nome de Maraial originou-se de uma palmeira brava, antigamente abundante na zona, onde se acha localizada a cidade. Há registros também de que a família Maraiá teria sido a primeira a estabelecer-se na região.
107. MIRANDIBA – Nome indígena que significa PORCO QUEIXADA, nome dado pelo jornalista Mario Melo.
108. MOREILÂNDIA – Sítio dos Moreiras, devido à plantação construir um sítio e pertencer à família Moreira, nome que perdurou, tornando-se nome futura cidade.
109. MORENO – O atual município de Moreno surgiu em terras que em 1616 pertenciam ao português Baltazar Gonçalves Moreno, vindo daí o nome da cidade.
110. NAZARÉ DA MATA – Homenagem à santa, a localidade passou a chamar-se de Nossa Senhora da Conceição de Nazaré. Acrescendo-se o termo “da Mata”, por se encontrar nessa zona fisiográfica.
111. OLINDA – Um mito popular diz que o nome Olinda teria a sua origem numa suposta exclamação do fidalgo português Duarte Coelho, primeiro donatário da Capitania de Pernambuco – “Oh, linda situação para se construir uma vila!”.
112. OROBÓ – Orobó é o nome de um riacho, afluente do Rio Tracunhaém, que corta o município no sentido oeste-leste.
113. OROCÓ – A origem do seu nome de palavras do vocabulário indígena no dialeto Tupi Anhangá e significa “Entre Montanhas”, por sua situação geográfica cercada de serras.
114. OURICURI – Nome atribuído a uma palmeira na região, conhecida por uns como Aricuri e outros Ouricuri.
115. PALMARES – Seu nome recorda a rebelião dos escravos africanos que, de 1630 a 1694 (ou 1697), constituíram um reino ou confederação de quilombos, que recebeu a denominação de Palmares.
116. PALMEIRINA – O nome PALMEIRA, hoje PALMERINA, se originou em virtude de haver umas palmeiras ao longo do riacho Rochedo, que banha a cidade.
117. PANELAS – A origem do topônimo Panelas tem duas versões: uma, diz ter ligações com objetos encontrados ali durante escavações; outra, que se deve à topografia – um sítio baixo, entre três serras, com aparência de panelas.
118. PARANATAMA – Segundo Roberto Harrop Galvão, o nome paranatama foi uma invenção do tupi, e quer dizer região dos rios (paraná: rio + retama: terra, lugar).
119. PARNAMIRIM – vem do tupi-guarani e é a fusão das palavras paraná: rio + mirim: pequeno.
120. PASSIRA – O nome do município vem do tupi-guarani e quer dizer “acordar suave”. O IBGE dá outro significado para o nome na língua tupi: segundo o historiador Sebastião Galvão, significa que acaba em ponta de flecha.
121. PAUDALHO – A denominação Paudalho originou-se de uma grande e secular árvore, de cheiro semelhante ao do alho, existente próximo da margem direita do Capibaribe, onde hoje se pode ver um seu rebento, conservado pela Prefeitura local.
122. PAULISTA – o Engenho de Paratibe de Baixo e toda propriedade de Maranguape foi vendida ao mestre de campo Manoel Alves Morais Navarro, natural da Capitania de São Paulo de onde viera comandando um terço da primeira linha dos Palmares, passando assim a propriedade a ser conhecida como Engenho do Paulista, dando origem ao atual nome da cidade: Paulista.
123. PEDRA – nome da povoação que surgiu no lugar (onde existe uma enorme pedra, com 3.822 metros de circunferência e 600 metros de altura).
124. PESQUEIRA – Manoel José de Siqueira era dono da Fazenda do Poço Pesqueiro que deu origem a cidade.
125. PETROLÂNDIA – O município recebeu a atual denominação em homenagem ao Imperador D. Pedro II.
126. PETROLINA – O topônimo encerra ao que se supõe uma homenagem a D. Pedro II.
127. POÇÃO – Coube ao senhor Francisco Bezerra a iniciativa de construir a primeira casa, de taipa com cobertura de palha, nas proximidades de uma cavidade muito profunda, que deu origem ao topônimo do município.
128. POMBOS – Era grande a abundância de pombos selvagens nas matas circunvizinhas e caçadores vindos da Cidade do Braga (hoje Vitória de Santo Antão), após as costumeiras e bem sucedidas caçadas, diziam: “FIZEMOS O SÃO JOÃO NOS POMBOS”. Esta expressão era usada com tanta frequência, que o lugar TUBIBAS passou a chamar-se oficialmente SÃO JOÃO NOS POMBOS, até quando passou a denominar-se POMBOS.
129. PRIMAVERA – A origem do seu nome vem do antigo Engenho Primavera. O engenho pertencia ao capitão Lima Ribeiro
130. QUIPAPÁ – A denominação do município é uma corruptela de Quipacá, de origem africana, que significa “refúgio” ou “asilo de fugitivos”.
131. QUIXABA – foi provavelmente por ali existir muitas quixabeiras onde hoje está localizada a cidade ou Quixaba advém do vocábulo tupi qüessaba, quixaba, que significa lugar de dormir, rede, o pouso.
132. RECIFE – O nome “Recife” provém da palavra arrecife, grande barreira rochosa de arenito (recifes) que se estende por toda a sua costa, formando piscinas naturais.
133. RIACHO DAS ALMAS – O topônimo Riacho das Almas teve origem no fato de o primeiro cemitério do lugar ficar próximo a um riacho.
134. RIBEIRÃO – O topônimo Ribeirão é originário de um ribeiro perene e tributário do rio Amaraji, que banha a cidade pelo lado leste.
135. RIO FORMOSO – Em razão do rio que banha a cidade e ao Engenho Rio Formoso que já existia na região.
136. SAIRÉ – O topônimo Sairé tem significado controvertido. Alguns atribuem a uma corruptela de Sirinhaém, o rio. Já Luiz Caldas Tibiriçá acredita significar “saíra diferente”, uma espécie de saíra.
137. SALGADINHO –
138. SALGUEIRO – O pequeno Raimundo de Sá, nono filho do casal desapareceu e dois dias depois um vaqueiro conseguiu encontrar o garoto são e salvo, brincando debaixo de um pé de Salgueiro ou, segundo outra versão sobre um formoso Umbuzeiro rodeado de Salgueiros, a aproximadamente 10 km da sede da fazenda onde a família residia.
139. SALOÁ – O topônimo Saloá tem origem na língua macro-jê, dos povos Fulniôs, habitantes da região. Não há consenso sobre o significado. Segundo Roberto Harrop Galvão, significaria areia.
140. SANHARÓ – Veio de uma espécie de abelha negra existente neste local, denominada sanharó, que em vocábulo indígena significa zangado ou excitado.
141. SANTA CRUZ – Em 1829, dois frades capuchinhos, que andavam em peregrinação, passaram numa localidade chamada Gentil e aí se abrigaram debaixo de um juazeiro, onde permaneceram cerca de um mês. Nesse período recebiam a visita de famílias das redondezas e praticavam atos religiosos. Ao saírem, deixaram no local uma grande cruz de madeira. Algum tempo após os frades terem deixado Gentil, alguns vaqueiros que trabalhavam para o fazendeiro José Correia avistaram a grande cruz. Esse acontecimento ocorreu no dia 3 de maio de 1829. Um dos vaqueiros recebeu dele ordens para que trouxessem a cruz para a fazenda, em cuja capela foi colocada. Muitas pessoas doentes, acreditando no milagre da cruz, começaram a fazer promessas. A partir daí, começaram a festejar com atos religiosos a “venerada santa cruz”.
142. SANTA CRUZ DA BAIXA VERDE – Historiadores mencionam que o Padre Ibiapina, em suas andanças pelo interior do Nordeste, estivera na localidade no final do século XIX, onde pregou missões na antiga “Fazenda Brocotó”, e lá ergueu um cruzeiro o qual tem origem o seu primeiro nome: Santa Cruz. Com o passar do tempo, por estar situada entre serras, em uma planície “baixa e verde”, localizada em cima da “Serra da Baixa Verde”, o lugar passou a denominar-se de “SANTA CRUZ DA BAIXA VERDE.
143. SANTA CRUZ DO CAPIBARIBE – Muito religioso, o português Antônio Burgos se preocupou logo em erguer uma capela na confluência do rio Capibaribe com o riacho Tapera e a sua frente uma grande cruz de madeira que deu origem ao nome da cidade.
144. SANTA FILOMENA –
145. SANTA MARIA DA BOA VISTA – Homenagem à padroeira Santa Maria, sob invocação da Imaculada Conceição.
146. SANTA MARIA DO CAMBUCÁ – O nome “CAMBUCÁ” se deve a espécie de árvore existente no município com esta denominação.
147. SANTA TEREZINHA – Homenagem à padroeira da cidade.
148. SÃO BENEDITO DO SUL – Homenagem ao padroeiro e por estar localizada na Zona da Mata Sul
149. SÃO BENTO DO UNA – O nome do município tem origem na seguinte história: Preocupados com o aparecimento de cobras venenosas no local, os habitantes, invocaram em preces fervorosas a proteção de São Bento, santo reconhecido como protetor das vítimas dos ofídios. E foram tantos os apelos, e tanto se falou em São Bento, que culminou com a mudança de nome do lugar para Povoado de São Bento. Em 1941, quase meio século depois, para evitar que fosse confundido com outras localidades que possuíam o mesmo nome, foi-lhe acrescentado o do Una, inspirado no nome do rio que corta a cidade.
150. SÃO CAITANO – Homenagem ao padroeiro da cidade.
151. SÃO JOÃO – O topônimo do povoado origina-se de uma capela dedicada a São João.
152. SÃO JOAQUIM DO MONTE – Homenagem ao padroeiro da cidade e por estar ao pé da Serra do Monte
153. SÃO JOSÉ DA COROA GRANDE – O topônimo teve origem, primeiramente, em homenagem a São José. O segundo motivo foi em face do aparecimento de grandes coroas de terra que se formam, quando se verifica a maré-baixa.
154. SÃO JOSÉ DO BELMONTE – Padroeiro e na ocasião frei Casimiro de Mitello mudou a denominação de “Maniçoba” para Belmonte, isto devido à topografia da povoação, situada em uma elevação.
155. SÃO JOSÉ DO EGITO – Homenagem ao padroeiro da cidade.
156. SÃO LOURENÇO DA MATA – A região onde atualmente fica o município de São Lourenço da Mata era coberta por extensa floresta (de Mata Atlântica) e o nome Lourenço foi dado em homenagem ao primeiro diácono da Igreja
157. SÃO VICENTE FERRER – Padroeiro da cidade
158. SERRA TALHADA – A fazenda que deu origem a cidade era chamada de Serra Talhada em virtude de uma montanha próxima à sede, a qual é uma ramificação do sistema de montanhas da Borborema.
159. SERRITA – devido à pequena serra localizada nas proximidades
160. SERTÂNIA – O topônimo Sertânia significa: “CIDADE SERTANEJA”.
161. SIRINHAÉM – A palavra Sirinhaém é indígena, da língua tupi, e significa “bacia ou viveiro de siris”, originada de: Sirinãe.
162. SOLIDÃO – Jesuíno era um homem religioso e resolveu convidar o padre Carlos Cottart de Afogados da Ingazeira, para celebrar uma missa em sua casa, no ano de 1910. Quando o padre chegou à casa do senhor Jesuíno, disse: – Que solidão! – Jesuíno não sabia o que significava aquela palavra e perguntou ao padre o seu significado. O padre lhe respondeu que solidão é um lugar deserto, isolado. Desde então o local ficou sendo chamado de Solidão.
163. SURUBIM – O topônimo teve origem no fato de uma onça penetrado na fazenda de Lourenço Ramos Costa, onde comeu um boi pintado a que chamavam Surubim.
164. TABIRA – O nome de Tabira foi dado em homenagem à tribo indígena que ali habitou e que tinha como chefe, o grande guerreiro Tabira.
165. TACAIMBÓ – A origem do seu nome vem de uma tribo indígena que habitava a região.
166. TACARATU – O nome Tacaratu é de origem indígena e quer dizer “serra de muitas pontas ou cabeças”.
167. TAMANDARÉ – Conforme José de Almeida Maciel, o topônimo Tamandaré (Tamanduar-é) significa o que se assemelha ao tamanduá, o que sobe às árvores como o tamanduá, o que faz o papel de tamanduá. Quanto ao nome do município, consta que está relacionado ao vocábulo tupi tamoindaré (tab-moi-inda-ré) que significa o repovoador. Segundo a lenda, o repovoador era um pajé a quem Tupã, o Deus dos trovões, revelara que iria exterminar os homens. Assim, quando houve o dilúvio que inundou a terra, Tamandaré ficou abrigado, com sua família, numa arca onde permaneceu até as águas baixarem, voltando em seguida para reiniciar o povoamento.
168. TAQUARITINGA DO NORTE – Taquaritinga é palavra indígena verdadeiro topônimo “itacoaraetetinga” buraco da pedra, grande, branca; formado de “ita” pedra, “coroa”, Buraco ou abertura “ete” grande, que por elisão prosódica, ficou “i”, e “tinga”, branca.
169. TEREZINHA – O nome é em homenagem à santa padroeira da cidade, Santa Teresinha, por que um dos fundadores Abílio Alves de Miranda era devoto dessa santa.
170. TERRA NOVA – existia um terreno que o chamavam Novo Roçado ou Roça Nova e por intermédio deste nome originou-se a palavra TERRA NOVA que deu atual nome
171. TIMBAÚBA – O topônimo, conhecido também como timboína significa árvore de exalação de espuma. E mais timbé-uva (árvores de espuma).
172. TORITAMA – Tem origem na palavra indígena tori (pedra) e tama (região), remetendo às pedras que ficam à margem do Capibaribe, entre elas uma com cerca de 30 metros de altura, assemelhando-se a uma torre.
173. TRACUNHAÉM – O nome Tracunhaém é um vocábulo de origem tupi e significa “formigueiro” ou “panela de formiga”.
174. TRINDADE – O nome de Trindade veio em substituição ao nome Espírito Santo, uma vez que o Divino Espírito Santo é uma das três pessoas da Santíssima Trindade.
175. TRIUNFO – O nome de Triunfo originou-se de uma luta entre a família dos Campos Velhos, da cidade de Flores, e os habitantes da povoação de Baixa Verde. Estes queriam o progresso da cidade e criaram uma feira. Com isso, os Campos Velhos não ficaram satisfeitos, tentando acabar com ela diversas vezes. Os habitantes de Baixa Verde lutaram pela sua independência e conseguiram. Dessa vitória surgiu o nome Triunfo.
176. TUPANATINGA – Mário Melo, foi designado para uma revisão nos topônimos das localidades pernambucanas, resultado, assim, a substituição do nome de Santa Clara para Tupanatinga, vocábulo indígena que significa: deusa branca.
177. TUPARETAMA – é de origem tupi-guarani e, segundo Silveira Bueno, significa a pátria de Deus, o céu. De tupã: Deus; e retama: lugar natal, pátria.
178. VENTUROSA – O nome veio devido à ventura do fazendeiro que não perdeu os seus animais na seca que afetava a região.
179. VERDEJANTE – Passou a denominar-se Riacho Verde, derivado do riacho que o banha e depois passou a chamar Verdejante.
180. VERTENTE DO LÉRIO – Um homem chamado Lério resolveu construir, a sua casa junto ao local da água onde conservava a vertente sempre limpa minando o precioso liquido para quem viesse buscá-lo.
181. VERTENTES – O nome atual foi dado pela existência de duas vertentes vindas da terra.
182. VICÊNCIA – O local onde hoje fica a cidade de Vicência era uma fazenda, de propriedade de Vicência Barbosa de Melo.
183. VITÓRIA DE SANTO ANTÃO – Lembrando o sucesso dos pernambucanos na batalha dos montes das Tabocas e homenagem ao padroeiro da cidade
184. XEXÉU – A denominação do município é homenagem ao pássaro conhecido por xexéu, de canto harmonioso, comum na região em tempos passados.