Significado dos Nomes das Cidades de Alagoas

Cidades em ordem alfabética

1. ÁGUA BRANCA – O nome veio de uma serra da região rica em fontes de águas muito limpas
2. ANADIA – Em homenagem ao Visconde de Anadia, ministro português que autorizou a criação da vila
3. ARAPIRACA – Árvore que significa ramo que o periquito visita
4. ATALAIA – Homenagem feita pelo Rei de Portugal ao Visconde de Atalaia.
5. BARRA DE SANTO ANTÔNIO – Cidade foi construída às margens do rio Santo Antônio.
6. BARRA DE SÃO MIGUEL/AL
7. BATALHA – Por causa de uma luta entre soldados da polícia estadual e fanáticos seguidores de um leigo que dominava o local através da religião.
8. BELÉM – Aproveitando a sugestão dada por muitos religiosos que realizavam na região as chamadas missões.
9. BELO MONTE/AL – Originou-se da beleza topográfica da sua área, que, segundo a tradição corrente, fôra D. Pedro II, que na sua passagem por aqui, assim a batizou.
10. BOCA DA MATA – Vem do fato de que as primeiras residências foram construídas à entrada de uma grande mata, que se estendia rumo a Atalaia.
11. BRANQUINHA/AL
12. CACIMBINHAS – Próximo ao sítio havia uma cacimba junto a um pé de limoeiro. Poço artesanal, lugar de guardar água, feito no chão, típico do nordeste brasileiro.
13. CAJUEIRO – O povoado começou a se formar em torno de um grande cajueiro que ficava no final da atual Rua dos Marcelinos, às margens do rio Paraíba.
14. CAMPESTRE – Originou dos verdejantes campos existentes em meados do século XVIII entre os morros que circundavam toda a região.
15. CAMPO ALEGRE – O nome Mosquito foi mudado pelo padre Júlio de Albuquerque, que, escrevendo a um amigo, definiu a região como um campo alegre.
16. CAMPO GRANDE – As planícies garantiam boas pastagens, ideais para a criação de gado e ovelhas. Os campos tinham grandes proporções.
17. CANAPI – A construção da cidade se deu às margens do rio Canapi.
18. CAPELA – A construção de uma pequena igreja dedicada a Nossa Senhora da Conceição dá início à história do município de Capela.
19. CARNEIROS – Deu esse nome ao lugar por conta de uma cacimba – de acordo com os moradores locais – que teria sido aberta por um carneiro. Daí sua primeira denominação ter sido Cacimba do Carneiro, sendo depois reduzida apenas para Carneiros.
20. CHÃ PRETA – Fazenda Chã Preta, da família Inácio, que eram da raça negra, motivo pelo qual a cidade ganhou sua denominação.
21. COITÉ DO NÓIA – Recebeu o nome de Coité, em razão do grande número de pés de coitizeiros. Existiam apenas quatro casas que pertenciam à família Nóia.
22. COLÔNIA LEOPOLDINA – Com a instalação da colônia militar foi que se efetivou como povoado. A passagem de Dom Pedro consolidou o povoado e se tornou fato histórico.
23. COQUEIRO SECO – Tem seu nome originário dos encontros frequentes de mercadores e viajantes à sombra de um coqueiro de palhas queimadas diferenciado dos demais, onde eram realizados grandes negócios.
24. CORURIPE – Cidade foi construída às margens do rio Coruripe. CURURU-IPE que quer dizer Rio dos Seixos.
25. CRAÍBAS – Composto basicamente de árvores e matas, particularmente, a craibeira, que, no futuro, deu nome à cidade.
26. DELMIRO GOUVEIA – O cearense Delmiro Augusto da Cruz Gouveia, que se estabeleceu vendendo couros de bovinos e peles de caprinos.
27. DOIS RIACHOS
28. ESTRELA DE ALAGOAS – Mudado o nome de Bola para Estrela, em vista do progresso que teve o lugar com pouco tempo de existência. Padre Ludgero justificou: esta localidade é uma estrela brilhante.
29. FEIRA GRANDE – O nome Mocambo foi substituído por Feira Grande, por ser a feira do município a maior entre as que se realizavam nos povoados e vilas das imediações.
30. FELIZ DESERTO – Vem de uma lenda que relata a descoberta de uma imagem de Nossa Senhora Mãe dos Homens por Domingos Mendes, debaixo de um cajueiro, num lugar deserto. Sua felicidade com a descoberta foi tão grande, que o local foi batizado como Feliz Deserto.
31. FLEXEIRAS – O topônimo primitivo foi Frecheiras, em virtude do grande número de árvores existentes na região que botavam frechas semelhantes as da cana-de-açucar. Não se sabe a razão porque foi mudado para Flexeiras.
32. GIRAU DO PONCIANO – Começou a partir da chegada de dois homens e uma mulher que implantaram uma fazenda e se dedicaram à lavoura. Pouco depois, a mulher transferiu-se para Jequiá da Praia e um dos homens fixou-se em Tapagem de Traipú. O outro, chamado Ponciano, continuou na fazenda. Exímio caçador, construiu um girau (espécie de prateleira no alto da parede) que era utilizado para a caça abundante que existia na região.
33. IBATEGUARA – O nome significa lugar alto.
34. IGACI – Significa exatamente Olhos D’Água.
35. IGREJA NOVA – Em 1908, após o desmoronamento da capela, frades alemães se uniram aos moradores para construir um dos mais belos templos católicos de Alagoas, cujas badaladas de sinos são ouvidas a uma distância de 6 km, chamada Igreja Nova.
36. INHAPI – Significa pedra que armazena água.
37. JACARÉ DOS HOMENS – Foi encontrado um jacaré no riacho. Por ser um animal raro na região, o local ficou conhecido por Jacaré. Jacaré era terra de comerciantes honestos, sinceros e leais. Queriam resumir no vocábulo dos Homens.
38. JACUÍPE – Rio Jacuípe. No rio dos jacus. Jacu, espécie de ave galiforme.
39. JAPARATINGA – Quer dizer “sítio dos arcos”, por alí os índios produziram muitos arcos e flechas.
40. JARAMATAIA – Árvore leguminosa do Brasil.
41. JEQUIÁ DA PRAIA – Lagoa de Jequiá: Cesto aberto.
42. JOAQUIM GOMES – O engenho foi transferido para Joaquim Gomes Silva Rêgo, um major da guarda nacional.
43. JUNDIÁ – Planta labiada. Grande quantidade do peixe do mesmo nome.
44. JUNQUEIRO – A abundância do junco
45. LAGOA DA CANOA – Antigos moradores pescavam de canoa na lagoa da região.
46. LIMOEIRO DE ANADIA – Grande quantidade de pés de limoeiro. Anadia à denominação atribui-se ao fato da ligação anterior à sua emancipação com este município.
47. MACEIÓ – O que tapa o alagadiço.
48. MAJOR ISIDORO – Homenagem ao Major Isidoro Jerônimo da Rocha, fundador do povoado.
49. MAL. DEODORO – Primeira capital do Estado e berço do proclamador da República.
50. MAR VERMELHO – Lagoa, que tinha, em suas margens, muitos pés de gravatás cujas folhas vermelhas caíam e formavam um grande mar vermelho na lagoa.
51. MARAGOGI – Rio das Maraubas, ou rio livre, amplo.
52. MARAVILHA – Um padre que passava pela região disse: este lugar ainda vai ser uma maravilha.
53. MARIBONDO – Sítio chamado Poço da Caatinga foi implantado em 1905 a 18 km de Anadia e tinha esse nome por possuir um poço de água cristalina localizado entre ingazeiros e canafístulas. Em meio à vegetação formou-se uma grande casa de maribondos, passando o lugar a se chamar Poço da Casa de Maribondos.
54. MATA GRANDE – A serra de terras férteis onde o povoado se formou deu nome ao município.
55. MATRIZ DE CAMARAGIBE – Rio dos camarás (camara: a planta, y: rio, pe: em).
56. MESSIAS – Conseqüência do grande número de carpinteiros existentes na época.
57. MINADOR DO NEGRÃO – Na propriedade de Félix Negrão, considerado o fundador da cidade, uma fonte de água cristalina de ótima qualidade e grande potencial.
58. MONTEIRÓPOLIS – Existiam apenas casas de taipa no povoado, pertencentes a José Domingos Monteiro.
59. MURICI – O monge Frei Domingos é considerado o fundador de Murici. Foi ele, que, segundo a lenda, plantou um muricizeiro bravo por volta de 1810.
60. NOVO LINO – O município teve origem no Sítio Lino, que o alferes Manoel Baraúna recebeu em sesmaria de Dom Pedro II.
61. OLHO D’ÁGUA DAS FLORES – Árvore conhecida como pau d’arco. Na época da floração cobria-se de tantas flores que, tangidas pelo vento, formavam um tapete à superfície da água.
62. OLHO D’ÁGUA DO CASADO – Até 1870 só existia na região a fazenda do agricultor Francisco Casado de Melo, a região brotavam olhos d’água.
63. OLHO D’ÁGUA GRANDE – Uma vasta planície de terras férteis, possuidora de um olho d’água de grande proporção.
64. OLIVENÇA – Corrutela do sobrenome de seus principais moradores.
65. OURO BRANCO – Antonio Giló de Campos que, impressionado com a brancura das imensas plantações de algodão.
66. PALESTINA – Que recebeu este nome por motivos religiosos.
67. PALMEIRA DOS ÍNDIOS – Os índios Cariris e Xucurus viveram em meio a um abundante palmeiral que constituía a vegetação local.
68. PÃO DE AÇÚCAR – O nome vem da forma de um dos morros que era semelhante à maneira pela qual se purificava o açúcar.
69. PARICONHA – Um ouricurizeiro cujos frutos continham duas conhas – como eram chamadas as polpas desses frutos – deu origem ao nome da cidade, que era conhecida, inicialmente como Par-de-Conha.
70. PARIPUEIRA – Praia de águas mansas.
71. PASSO DE CAMARAGIBE – No Rio Camaragibe o movimento intenso por causa dos comerciantes que vinham da capitania de Pernambuco para utilizar os armazéns de embarque – conhecidos como passos.
72. PAULO JACINTO – Com a inauguração da estrada de ferro, o povoado mudou de nome e passou a se chamar Paulo Jacinto, em homenagem a Paulo Jacinto Tenório, que doou as terras para a construção.
73. PENEDO – Advém de estar o centro de povoamento a relativa altitude no meio de largas esplanadas.
74. PIAÇABUÇU – Palmeira Grande.
75. PILAR – Tem origem na lenda do aparecimento de uma imagem de Nossa Senhora em um pilar, nos arredores do povoado.
76. PINDOBA – Nome originário de um tipo de palmeira hoje, inexistente.
77. PIRANHAS – Um caboclo pescou uma piranha num riacho próximo.
78. POÇO DAS TRINCHEIRAS – Vem do fato de ter existido um grande poço – hoje aterrado – próximo ao rio Ipanema. No local foram construídas trincheiras de pedra, para que a população pudesse se defender de um possível ataque holandês.
79. PORTO CALVO – Vem de uma lenda na qual um velho calvo, que morava às margens do rio, construiu um porto, conhecido como o porto do calvo.
80. PORTO DE PEDRAS – A localização entre o mar e uma encosta de pedras.
81. PORTO REAL DO COLÉGIO – Colégio de Porto Real, pois seu povoamento originou-se do Colégio dos jesuítas que lhe deram o nome de Real.
82. QUEBRANGULO – Sendo o chefe desse quilombo excelente caçador, chamavam-no Quebrangulo, que na gíria dos negros significa matador de porcos.
83. RIO LARGO – Originou-se de um engenho de açúcar existente no local onde o rio Mundaú apresenta maior largura.
84. ROTEIRO – Pelos moradores, que acreditavam que os jesuítas descobriram, no local, o roteiro de Dom Pero Fernandes Sardinha, devorado pelos índios na região.
85. SANTA LUZIA DO NORTE – Teria vindo de um milagre atribuído à Santa Luzia quando um cego recobrou a visão por seu intermédio.
86. SANTANA DO IPANEMA – Instalando-se perto da Ribeira do Ipanema. Padroeira Nossa Senhora Santana.
87. SANTANA DO MUNDAÚ – Rio Mundaú e a padroeira, Nossa Senhora Santana.
88. SÃO BRÁS – Padroeiro da cidade.
89. SÃO JOSÉ DA LAJE – Os lajeiros são enormes superfícies irregulares de pedra que retêm a pouca chuva.
90. SÃO JOSÉ DA TAPERA – No novo núcleo que ali se formava, começaram, então a proliferar casas de taipa (taperas). Em seguida, foi construída uma capela dedicada a São José.
91. SÃO LUÍS DO QUITUNDE – Quitude era o nome do Engenho e São Luís foi uma homenagem ao rei Luís da França.
92. SÃO MIGUEL DOS CAMPOS – A afinidade com Anadia (Campos dos Arrozais de Inhaúns) originou, na época, o complemento da denominação local, chamada até então apenas de São Miguel.
93. SÃO MIGUEL DOS MILAGRES – Um pescador encontrou na praia uma peça de madeira. Ao limpar a peça, o pescador descobriu que era a estátua de São Miguel Arcanjo, ficando curado de um grande problema de saúde.
94. SÃO SEBASTIÃO – Em homenagem ao santo e ao governador da época Sebastião Muniz Falcão. Nossa Senhora da Penha é a padroeira da Cidade
95. SATUBA – Da saúva, conhecida formiga que existia na localidade.
96. SENADOR RUI PALMEIRA – Homenagem feita pelo então governador Guilherme Palmeira a seu pai.
97. TANQUE D’ARCA – No local onde hoje se localiza a cidade, havia em tanque de água natural sob a sombra de um oitizeiro. Contam os moradores antigos que uma arca com muitos e variados objetos foi deixado por um grupo de ciganos.
98. TAQUARANA – Uma planta característica e abundante no Agreste.
99. TEOTÔNIO VILELA – O senador Teotônio Vilela passou a visitar a Vila de Feira Nova e estudar a implantação de uma usina de açúcar.
100. TRAIPU – Muito peixe.
101. UNIÃO DOS PALMARES – Ser o elo entre as estradas de ferro de Alagoas e Pernambuco homenageando o Quilombo.
102. VIÇOSA – Devido às belezas de suas matas e a vitalidade de suas lavouras.