Significado dos Nomes das Cidades da Paraíba

Cidades ordenadas por ordem alfabética:

1. ÁGUA BRANCA – Por volta de 1814, um índio civilizado, encontrou uma cacimba, a que denominou Mutamba. Ao erguer o líquido com as mãos, afirmou ser água branca originando assim o topônimo do atual município.
2. AGUIAR – O município de Aguiar surgiu à margem do rio do mesmo nome que atravessa a fazenda São Francisco pertencente ao Sr. Manoel Alves Cassiano.
3. ALAGOA GRANDE – As primeiras casas e fazendas foram instaladas à margem da Lagoa do Paó, a atual Lagoa Grande, que daria o nome ao Município.
4. ALAGOA NOVA – O nome da cidade parece ser derivada da serra “Lagoa Nova”, cognominada “A Verdejante Esmeralda dos Bultrins”.
5. ALAGOINHA – Os primórdios do povoamento são atribuídos a construção de uma casa, em 1864, às margens de uma lagoa na propriedade de Manoel Félix, cujo nome parece ter sido “Alagoinha”, o que originou o nome deste município.
6. ALCANTIL – Rocha ou qualquer lugar íngreme, escarpado. Despenhadeiro.
7. ALGODÃO DE JANDAÍRA – Jandaíra era uma fazenda distante, situada a meio-caminho entre Areia e Vila de Pocinhos. Próximo à fazenda Jandaíra havia a localidade de Algodão, passagem de gado e refúgio de tangerinos.
8. ALHANDRA – Membros de uma expedição portuguesa acharam a topografia do lugar muito parecida com a cidade de Alhandra em Portugal, tendo o ouvidor Miguel Castelo Branco batizado o reduto inócuo com aquele nome, o qual permanece até hoje.
9. AMPARO – Segundo consta as narrativas, os viajantes passavam com seus comboios de cavalos e gados, e faziam suas paradas para descanso na beira do rio Jatobá, assim se formou o de apoio, de aconchego e Amparo para esses viajantes.
10. APARECIDA – Em homenagem a Nossa Senhora Aparecida, padroeira da cidade
11. ARAÇAGI – Propriedade situada no povoado Rio dos Araçás. Naquele local, surgiu Araçagi. A palavra é tupi e significa “água de araçá”, pela junção de ara’sá (“araçá”)6 e ‘y (“água”)7 , numa alusão à grande quantidade dessa planta frutífera que se multiplicava, abundantemente, às margens do rio.
12. ARARA – Em virtude do grande números de aves desta espécie ali existente.
13. ARARUNA – O vocábulo “ARARUNA” significa em língua indígena “ARARA PRETA”, denominação proveniente da abundância dessa ave na região de plumagem azul – escuro.
14. AREIA – Devido a um riacho que possuía bancos de areia muito brancas, o povoado passou a ser chamado de Brejo d’Areia, já que o lugarejo fica na Microrregião do Brejo Paraibano e mais tarde apenas Areia.
15. AREIA DE BARAÚNAS – Devido ao fato de que por perto da capela corria um pequeno riacho que ao seu redor era repleto de muitas Baraúnas, também chamada de braúna ou graúna, árvore leguminosa de grande porte que fornece madeira escura, muito resistente e durável.
16. AREIAL – Era uma parada de tropeiros que ali acampavam para dar de beber aos seus animais em uma lagoa existente nas proximidades onde havia muita areia.
17. AROEIRAS – Devido a existência de grandes quantidades dessa árvore, da família das anacardiáceas, na região.
18. ASSUNÇÃO – Em homenagem a Nossa Senhora da Assunção.
19. BAÍA DA TRAIÇÃO – Vem do nome pelo qual os colonizadores portugueses denominaram a baía, em virtude de, nela, os índios potiguares haverem matado muitos portugueses e castelhanos
20. BANANEIRAS – Os primeiros desbravadores, que reclamaram sesmarias na região, já no ano de 1716, escolheram terras próximo de uma lagoa, no fundo de um vale que havia abundância de bananeiras rústicas dando origem ao nome do município.
21. BARAÚNA – Devido a grande quantidade dessas árvores, a lagoa que existia na localidade de Moreira durante muito tempo foi chamada de Lagoa das Baraúnas. Mais tarde para simplificar o nome passaram a chamar apenas de Baraúnas.
22. BARRA DE SANTA ROSA – Nome atribuído pela “barra” resultante do encontro dos rios Santa Rosa e Poleiros.
23. BARRA DE SANTANA – O nome Barra foi adotado porque ao amanhecer aparecem nuvens formando uma barra; e Santana em homenagem à santa da igreja católica e padroeira do local, Santa Ana.
24. BARRA DE SÃO MIGUEL – Com a morte do Sr. Inácio Tavares e o crescimento do aglomerado, o povo, tendo com padroeiro São Miguel, resolveu mudar a denominação para Barra de São Miguel.
25. BAYEUX – Em homenagem à primeira cidade francesa (de mesmo nome) a ser libertada do poder nazista pelos aliados durante a Segunda Guerra Mundial.
26. BELÉM – A origem da cidade se deu num pequeno povoado em formato de uma cruz denominado de Gengibre, lugarejo de muitas brigas e confusões entre os habitantes. Por sugestão dos frades foi mudado o nome para Belém, que significa “casa de pão” com um nome mais suave para mudar o comportamento agressivo dos habitantes.
27. BELÉM DO BREJO DO CRUZ – A origem do município data de 1850, quando a Família Viana, instalou-se num pequeno sítio denominado Belém que pertencia ao município de Brejo do Cruz
28. BERNARDINO BATISTA – Homenagem a Bernardino José Batista, vereador pelo município de São João do Rio Peixe-Pé.
29. BOA VENTURA – Em 1776, o Alferes Luís Pinto de Sousa estabeleceu-se na região, na Fazenda São Boaventura.
30. BOA VISTA – Antônio Gomes de Farias doou um sítio na colina fronteiriça à Casa Grande, onde seria construída a capela com o nome de Boa Vista de Santa Rosa, por causa de sua situação geográfica elevada e da visão panorâmica.
31. BOM JESUS – Em homenagem ao padroeiro da cidade, Sagrado Coração de Jesus.
32. BOM SUCESSO – Surgiu pouco depois o sítio Bom Sucesso, onde foi construída um rústico galpão, onde realizava-se semanalmente uma feira e onde era celebradas as suas missas. Nas imediações do primitivo mercado, muitas casas foram sendo construídas e, em pouco tempo, estava formando o povoado de Bom Sucesso.
33. BONITO DE SANTA FÉ – Criada a capela em homenagem a Santo Antônio, em torno da qual cresceu o povoado, denominado de Santa Fé, mais tarde alterado para Bonito de Santa Fé.
34. BOQUEIRÃO – “Boqueirão”, que o Dicionário Aurélio define como [sm. 1. Bocarra; 2. Abertura em encosta marítima, rio ou canal], origina-se, justamente, de um grande corte que o rio Paraíba fez na serra de Cornoió.
35. BORBOREMA – O nome foi dado por está inserido no início do Planalto da Borborema, região montanhosa presente no Agreste Paraíba, acabando na cidade de Campina Grande. Topônimo de origem tupi, lugar ermo, despovoado.
36. BREJO DO CRUZ – Ao redor da Igreja, formou-se o núcleo populacional que recebeu o nome de Taquarituba, depois Brejo do Cruz, devido ao abrejado do lugar e também para homenagear o fundador Manoel da Cruz Oliveira
37. BREJO DOS SANTOS – Recebeu o nome devido ao abrejado à margem do Riacho do Sabão, que mudou para Brejo dos Santos, sugerido pelo então vigário de Catolé do Rocha, o Pe. Oriel Fernandes.
38. CAAPORÃ – Palavra de origem indígena formada da junção dos nomes “Caa” = Boca e “Porã” = Mata. Por isso era conhecida como Boca da Mata.
39. CABACEIRAS – Município fundado em terras da Fazenda de Cabaceiras.
40. CABEDELO – Seu nome provém das dunas de areia fina e alva que se formam em suas praias.
41. CACHOEIRA DOS ÍNDIOS –
42. CACIMBA DE AREIA – Devido a falta d`água na região, foi cavado no centro de Malhada da Areia, uma grande cacimba que abastecia toda a região. A partir de então, o povoado passou a denominar-se Cacimba de Areia.
43. CACIMBA DE DENTRO – A cidade foi fundada e povoada nas terras do sítio “Cacimba de Dentro”, de propriedade de um cobrador de impostos chamado José Rocha, que deu nome a cidade.
44. CACIMBAS – O local onde é situada a cidade é plano, cortado aos seus arredores por fortes riachos, onde os caçadores em épocas de seca cavavam “cacimbas”, e quando estavam com sede diziam.
-Vamos para as cacimbas?
45. CAIÇARA – Os fundadores da cidade construíram suas casas e seus currais para o gado. Esses toscos currais eram denominados “caiçaras” originando-se daí o nome do Município.
46. CAJAZEIRAS – Originou-se de um sítio denominado “Cajazeiras”, pelas árvores desse nome existentes no local.
47. CAJAZEIRINHAS – A origem do nome se deu porque o terreno doado era de uma fazenda chamada Cajazeiras do Melado e ai a denominaram de Cajazeirinhas.
48. CALDAS BRANDÃO – O nome Caldas Brandão é uma homenagem ao desembargador Trajano Américo de Caldas Brandão, que foi muito importante para o estado da Paraíba
49. CAMALAÚ – Poderia ter sido o nome de chefe indígena ou de um grupo de aborígines que habitava nas imediações da área onde a cidade está situada, assim como poderia ter sido, apenas, o nome da área em que residiam esses primitivos.
50. CAMPINA GRANDE – Normalmente a origem de Campina Grande é creditada à ocupação pelos índios Ariús no sítio de Campina Grande.
51. CAMPO DE SANTANA (TACIMA) – O Frei Damião de Bozzano, religioso peregrino muito venerado no Nordeste Brasileiro, após uma grande festa pastoral no município, denominou o local como Campo de Santana, por ser uma área de planalto muito extenso. A origem do nome Tacima deriva de uma função de Ita-Cima, palavra de origem tupi-guarani, que quer dizer pedra lisa ou pedra alta. Essa pedra, a qual deu origem ao nome do lugar é atualmente conhecida como Pedra da Boca.
52. CAPIM – No final do século XVII, alguns camponeses deram início a construção de um vilarejo, cujas residências eram cobertas totalmente de capim de tabuleiro, vegetação essa que predominava na região, daí o nome “Vila de Capim”.
53. CARAÚBAS – Caraúbas, vocábulo indígena que na língua Tupi significa fruto de casca negra, fruto de árvore de grande porte, da família das Bignoniáceas, existentes em grandes quantidades nas margens do rio Paraíba
54. CARRAPATEIRA – O nome do município provém da quantidade de mamona encontrada na região, também conhecida como carrapateira.
55. CASSERENGUE – Fala-se que viajantes de outras localidades da região, ao saírem em viagem, pernoitavam naquela localidade onde hoje é a cidade de Casserengue e durante a estadia naquele lugar percebiam que as árvores ficavam úmidas e que as folhas ficavam molhadas. Diante dessas observações, os viajantes comentavam o seguinte: este lugar demora, custa a chover mas, sempre à noite cai sereno, daí então surgiu o nome Casserengue.
56. CATINGUEIRA – O nome é originário de uma grande árvore, de mesmo nome (Caesalpinia pyramidalis), que havia às margens da estrada, que servia de abrigo para os viajantes.
57. CATOLÉ DO ROCHA – Catolé do Rocha recebeu este nome em homenagem ao seu fundador que tinha Rocha como sobrenome; e Catolé pela existência de muitas palmeiras na região denominada “Coco Catolé”.
58. CATURITÉ – Seu nome surgiu na lenda do índio Caturité, que destacou-se na luta contra os portugueses invasores, liderados por Teodósio de Oliveira Ledo, o qual, raptou sua filha Potira, obrigando-o sair do seu esconderijo na Serra, para resgatar a jovem nativa da raça cariri.
59. CONCEIÇÃO – No inicio do século XIX, João Rodrigues dos Santos, auxiliado por seus irmãos, doou vasta área de terra às margens do Rio Piancó, onde, com a construção de casas e da capela de Nossa Senhora da Conceição, Padroeira do Município, se desenvolveu a povoação.
60. CONDADO – Os primeiros núcleos populacionais do município de Condado tiveram inicio, no século XIX, com as fazendas Condado, de Francisco Antônio, e Pedra D’água do Padre Antônio Leite.
61. CONDE – Quando os holandeses se apoderaram da Capitania da Paraíba, a região onde se localiza a sede municipal era habitada por uma tribo de índios tabajaras. Em 1636 por ordem do governador holandês, foram seus habitantes se alojar na capital, permanecendo ali algum tempo. De regresso, encontrando as aldeias primitivas em ruínas, resolveram fundar um novo povoado, que recebeu o topônimo de Mauricéia, em honra ao Conde Maurício de Nassau.
62. CONGO – Os primeiros prédios da atual cidade foram uma capela e uma casa construídas em 1836 por um preto velho, conhecido pela alcunha de “Congo” que, segundo alguns historiadores, teria sido escravo e de origem congolesa, daí a origem do topônimo.
63. COREMAS – A região que hoje é ocupada pela cidade de Coremas foi, em seus primórdios, habitada pelos COREMBÊS (lábio inferior caído), nome de numerosa tribo, pertencente à nação Cariris
64. COXIXOLA – Deriva da palavra Cochicholo, que significa “casa pequena” em Tupi-Guarani.
65. CRUZ DO ESPÍRITO SANTO – O povoado que deu origem ao município começou na margem esquerda do rio Paraíba, perto do Engenho Espírito Santo de propriedade do português Manoel Pires Correia. Conta a tradição que por volta de 1789, o rio Paraíba sofreu uma grande enchente deixando, onde hoje é a praça Rio Branco, uma cruz de madeira. Os habitantes adicionaram a palavra Cruz ao nome do povoado Espírito Santo.
66. CUBATI – Cubati, em tupi guarani, quer dizer planta d’agua
67. CUITÉ – O nome Cuité provém do uso que os índios “cuités”, da grande tribo dos cariris ou kiriris, faziam do fruto da cuitezeira, utilizado para o fabrico de cuias, gamelas e cochos. No dialeto indígena, “Cui” = vasilha e “eté” = grande, real, ilustre.
68. CUITÉ DE MAMANGUAPE – O nome “Cuité” tem origem em vasta plantação natural de cuité e Mamanguape, homenageando a esse município de quem se emancipou. No dialeto indígena, “Cui” = vasilha e “eté” = grande, real, ilustre. Mamanguape é uma corruptela do tupi “mamã-guaba-pe”, que em português significa “onde se reúne para beber, bebedouro (de um rio ou lagoa)”.
69. CUITEGI – No dialeto indígena, “Cui” = vasilha e “eté” = grande, real, ilustre. O topônimo Cuitegi é derivado dos termos tupis cuité (fruto do cuitezeira) e ji (rio), o que portanto produz “Rio dos Cuités”
70. CURRAL DE CIMA – O Município teve sua origem em uma propriedade da região, cujo dono Alferes Lisboa (de origem portuguesa) havia instalado dois currais para remanejamento de gado. Um deles estava situado em uma parte alta, nas proximidades de uma lagoa onde o gado bebia.
71. CURRAL VELHO – Ponta Negro, era assim que era chamado o proprietário da fazenda Curral Velho que deu origem ao nome da cidade.
72. DAMIÃO – Homenagem a um de seus fundadores (Cosme e Damião) que tinha uma família muito acolhedora.
73. DESTERRO – O nome de Desterro foi dado após o cumprimento de uma promessa feita por D. Silvéria (esposa de um dos fundadores) a Nossa Senhora do Desterro para que se exterminasse uma epidemia de febre que ocorreu na região.
74. DIAMANTE – O topônimo Diamante provém do nome do sítio e da serra contíguas às terras devolutas concedidas a Manoel de Sousa Olival.
75. DONA INÊS – Contam os mais antigos, que por volta de 1850, vaqueiros que vinham de outras regiões à procura de gado desgarrado, avistaram à sombra de um cajueiro, ao lado de uma cacimba, uma senhora de cor branca, tendo como acompanhante um serviçal negro. A senhora disse chamar-se INÊS, que era “Senhora de Engenho” em Pernambuco. Essa mulher dita como fina e bonita nunca mais foi vista.
76. DUAS ESTRADAS – A denominação atual, originou-se do cruzamento da rodovia com a linha férrea.
77. EMAS – O topônimo deve-se a grande quantidade de emas que pousavam na lagoa ali existente.
78. ESPERANÇA – Conta-se que Padre Ibiapina teria nomeado algumas cidades da região, segundo as três virtudes teologais: Fé, Caridade e Esperança.
79. FAGUNDES – Há quem diga, que o nome foi originado, em virtude da existência de um chefe de tribos que se chamava “Facundo” e outros dizem ser de origem portuguesa.
80. FREI MARTINHO – Em 1936, um forasteiro, teria tido um sonho, no qual uma voz lhe dizia que o povoado deveria chamar-se Frei Martinho, nome de um frade alemão.
81. GADO BRAVO – O nome teve origem devido a criação de Bovinos (Gado) e a criação era rebelde (brava). Os criadores ao conduzir o rebanho gritavam “vai gado bravo”.
82. GUARABIRA – Provém do termo tupi Guiraobira, que pode ser traduzido como “pássaro azul”: Guirá (“pássaro”) e Obi (“azul ou verde”). A partícula “yra”, o clã ao qual pertencia o chefe. A preferência pelo azul, se deve mais aos usos e costumes, pois, erroneamente, se atribuiu ao nome da cidade o significado “garças azuis”. Outros dizem ser “morada das garças”.
83. GURINHÉM – O rio Gurinhém, que originou o nome do município. Há duas versões: da corruptela guirá-nhë = “o canto dos pássaros” ou de gurí-nhé = “o rumor dos bagres”
84. GURJÃO – O primeiro núcleo populacional tornou-se em terras de propriedade do Cel. Antônio José de Farias Gurjão
85. IBIARA – “Ibiara” é um vocábulo da língua tupi-guarani que significa “terra que tem dono”.
86. IGARACY – O rio Igaraci, que originou o nome do município. Vem do tupi que significa “canoa grande”
87. IMACULADA – Em 8 de dezembro de 1884, o frade Frei Serafim deu ao lugar o nome de Imaculada, em homenagem à Santa do dia, Nossa Senhora da Conceição Imaculada.
88. INGÁ – A denominação Ingá, segundo alguns historiadores, originou-se do tupi-guarani, e significa – cheio d’água.
89. ITABAIANA – O Nome do Município apresenta controvérsia em torno de sua correta grafia. Para uns, é simplesmente Tabaiana, vocábulo indígena taba-anga = morada das almas, enquanto outros registram Ita-baiana: ita = pedra e baiana = dança, alusivo a uma pedra vermelha então existente no leito do rio Paraíba, que fazia movimentos rotatórios.
90. ITAPORANGA – Existe bem próximo à cidade um majestoso serrote, por isso o nome em tupi-guarani, que significa Pedra Bonita
91. ITAPOROROCA – “Itapororoca” é um termo proveniente da língua tupi e significa “Ita = Pedra”, “Pororoca= Encontro das águas”
92. ITATUBA – “Itatuba” é um vocábulo tupi que significa pedregal, “lugar de muitas pedras”. Do tupi “itá”: pedra e “tyba”: abundância, grande quantidade, ajuntamento
93. JACARAÚ – Certa vez, contam os antigos moradores que crianças que se banhavam na lagoa foram surpreendidas com enorme jacaré e teriam exclamado: “Olha o Jacareú”!!! termo que mais tarde passou a chamar-se JACARAÚ ou mais precisamente: “Lagoa do Jacaraú”. Outros dizem que seria derivado da palavra JARACATIÁ (Tupi Yarakati’a) = “mamoeiro-do-mato”.
94. JERICÓ – O topônimo Jericó foi dado por um frade da Ordem dos Franciscanos, em virtude de achar que esta terra se assemelhava com Jericó, de Jerusalém, banhada por riachos de vegetação verdejante.
95. JOÃO PESSOA – A capital chamou-se Paraíba do Norte até 4 de setembro de 1930, quando teve seu nome mudado para João Pessoa, em homenagem ao Presidente do Estado, assassinado no Recife, em plena campanha política.
96. JUAREZ TÁVORA – Homenagem ao militar que comandou as forças nordestinas que apoiavam Getúlio Vargas em 1930, recebendo o apelido de “Vice-Rei do Norte”. Participou da repressão à Revolução Constitucionalista de 1932.
97. JUAZEIRINHO – A fazenda “Juazeiro” serviu de marco inicial para o povoamento do lugar dando o nome ao município.
98. JUNCO DO SERIDÓ – A denominação “Junco” vem de uma planta aquática do mesmo nome e Seridó, por estar localizado nesta micro região assim denominada
99. JURIPIRANGA – Nome que representa o significado de “AVE QUE CANTA”, já que na região era muito comum um número elevado de passarinhos cantarolarem ao nascer e ao por do sol.
100. JURU – O nome JURU, cuja etimologia significa “aves multicores” palavra originaria do Tupi-Guarani
101. LAGOA – O sitio Lagoa teve seu inicio a mais de dois séculos, dando nome ao município
102. LAGOA DE DENTRO – O local possuía pouca água. Numa época de seca, alguns caçadores residentes na região e criadores de porcos, perceberam que seus animais, sempre chegavam cheios de lama e molhados, mais como? Se não havia água! Os caçadores seguiram o rastro dos caitetus e toparam com uma lagoa de grandes dimensões, que formava um caldeirão de águas claras, de boa portabilidade. Alguém sugeriu chamar o local de Lagoa de Dentro
103. LAGOA SECA – A origem do nome Lagoa Seca é permeada por várias versões, a mais precisa é atribuída à existência de um engenho com essa denominação, de propriedade do Coronel Vila Seca. Como homenagem ao Coronel surgiu o nome da cidade.
104. LASTRO –
105. LIVRAMENTO – A atual sede do município de Livramento situa-se em terras da antiga Fazenda Livramento, de propriedade de José Marinheiro de Brito. Ali foi erguida uma capela, dedicada a Nossa Senhora do Livramento, padroeira do lugar.
106. LOGRADOURO –
107. LUCENA – O topônimo do município originou-se do nome de um antigo morador, cuja ocupação era transportar passageiros da Ponta para a margem direita do Rio Paraíba.
108. MÃE D’ÁGUA – Devido a grande quantidade de olhos d’água existentes na fazenda do Sr. Leonardo Alves Cambuim.
109. MALTA – Acredita-se que o nome de Malta, apesar de incerto, tenha sido dado em homenagem à freguesia portuguesa de Malta, posto que na época de sua fundação, o Brasil e a Paraíba estavam sob o domínio de Portugal e a colonização presente era muito forte.
110. MAMANGUAPE – O topônimo Mamanguape é uma corruptela do tupi “mamã-guape”, que significa “onde se reúne para beber, no bebedouro”. Nome dado pelos índios ao Rio Mamanguape, que por sua vez deu nome a cidade.
111. MANAÍRA – Em homenagem a uma índia de nome Manaíra, vocábulo indígena que significa “Mel Cheiroso” ou “Abelha Cheirosa”.
112. MARCAÇÃO – Originando o nome Demarcação, referente a divisão destas terras indígenas, e mais tarde para Marcação.
113. MARI – Mari é de origem indígena e provém do termo umari, que por sua vez é uma corruptela de u-mbari, que significa “água do marizeiro” (em referência a essa árvore espinhosa que cresce em alagados e da qual se comem suas amêndoas cozidas).
114. MARIZÓPOLIS – Fundada pela família do Governador Antônio Mariz, teve o seu nome, antes Pedra Talhada, alterado para Marizópolis, como forma de homenagear a família Mariz.
115. MASSARANDUBA – Grande árvore do mesmo nome, em cuja sombra foi construída uma barraquinha para a venda de bebidas e lanches, aos viajantes que por ali passavam.
116. MATARACA – “Mataraca” se originaria de mã–tarã–gui, que significaria “monte de formiga”. Já o também historiador Horácio de Almeida acredita significar “o lugar onde foi a floresta”.
117. MATINHAS – Local que limitava com a serra “Matinhas” parece ter sido derivado o nome da cidade.
118. MATO GROSSO – Mato Grosso recebeu esse nome, devido a uma extensa mata fechada, constituída de árvores grandes, destacando a oiticica, que cobria o local onde foram construídas as primeiras casas, onde hoje é o centro da cidade.
119. MATURÉIA – Dependendo da altitude, o fenômeno da Matureia, segundo a linguagem matuta, acontece em períodos distintos, todavia sequenciados. A região tem, portanto, prolongada maturescência, produzindo safras contínuas de cajus.
120. MOGEIRO – Recebeu o nome do “Riacho de Mogeiro”. Hipóteses a respeito da origem: Primeira diz vir do substantivo masculino “Mugeiro”, que significa espécie de águia que pesca mugens; a segunda supõe vir do vocábulo indígena “mong-eir” que significa mel pegajoso e por fim, junção dos nomes Monge + Lajeiro = Mongeiro, depois Mogeiro.
121. MONTADAS – O nome Montadas foi dado pelos vaqueiros que campeavam com o seu gado esta região, por motivo que aqui havia muitos matos fechados e espinhosos como jurema, malícia, cipoal, gravatais, jucuri, comati entre outros. O gado se perdia e os vaqueiros não conseguiam encontrá-los. Eles alegavam que o gado tinha ficado amontoados na Montada, que era um pequeno tanque de água fechado pela mata densa, onde o gado matava a sede.
122. MONTE HOREBE – O motivo do nome Monte Horebe foi sugerido pelo Vigário Manoel Otaviano, que ao celebrar a primeira missa achou por bem dar esse nome por a cidade se encontrar localizado num monte e por ser um nome bíblico. Monte Horeb é o nome hebraico do Monte Sinai, que significa “Monte de Moisés”.
123. MONTEIRO – Em homenagem a Manoel Monteiro do Nascimento que desmembrou uma área de sua fazenda, chamada Lagoa do Periperi, para construir uma capela consagrada a Nossa Senhora das Dores que deu inicio a fundação da cidade.
124. MULUNGU – Mulungu é uma planta muito comum na região e o rio Mamanguape, na altura do município, recebe este nome.
125. NATUBA – A localidade recebeu esse nome em função do Rio Natuba que quer dizer cocos ou frutas em abundância.
126. NAZAREZINHO – A cidade teve origem na Fazenda Picos do Sr. Francisco Lins de Albuquerque, considerado o seu fundador por ter loteado suas terras para construção de casas, nascendo assim um povoado ao Serrote que recebera o nome de Nazareth do Pico. A denominação “do Pico” deve-se a proximidade do povoado ao Serrote do Pico
127. NOVA FLORESTA – O fato de Benedito Marinho, quando ali chegou, ter classificado o lugar como “nova floresta”, deu origem ao topônimo.
128. NOVA OLINDA – A localidade recebeu esse nome em função do Engenho Olinda
129. NOVA PALMEIRA – O nome de Jerimum foi mudado para Nova Palmeira, por sugestão de Manoel de Souza Lima, então prefeito de Picuí, município a que pertencia o povoado. Foram levadas pelo prefeito duas mudas da árvore, plantada em local de destaque.
130. OLHO D’ÁGUA – O topônimo do Olho D`Água originou-se de um olho d`água situado à margem esquerda do rio Jenipapo, aterrado pelos indígenas, quando foram expulsos invasores.
131. OLIVEDOS – Homenagem ao colonizador Oliveira Ledo, questionada por quem conhece a verdadeira história desse homem, um capitão-mor que devastou a população indígena do local, matando homens, mulheres e crianças, sem dó nem piedade.
132. OURO VELHO – Conta-se que um boi velho pastava à sombra de um juazeiro que terminou servindo como ponto de referência, e que o preço do animal, considerado caro, era comparado a ouro dando assim o nome ao município.
133. PARARI – A localidade originou-se do Sítio das Pombas e que o nome dado ao sítio e ao povoado por muitos anos foi devido à grande quantidade dessas aves visitarem o poço do rio que banha a região, indica que Parari pode referir-se à avoante.
134. PASSAGEM – A origem do nome “Passagem”, deveu-se ao rio da Farinha, cruzar a estrada por onde os tropeiros com destino aos municípios de Tapero.
135. PATOS – A denominação do povoado surgiu de uma lagoa que ficava situada bem próxima ao Rio Espinharas que, atualmente contorna a cidade. A lagoa vivia repleta de gansos, marrecos e patos.
136. PAULISTA – Acredita-se que o nome do município tenha sido dado em homenagem a um paulista, Domingos Jorge Velho, que esteve na região deixando sua marca e os primeiros vestígios de uma povoação.
137. PEDRA BRANCA – Por ocasião da visita de Frei Damião de Bozzano, foi solicitado por ele, a mudança do nome de Pedra do Fumo para Pedra Branca, sendo a proposta aceita por unanimidade.
138. PEDRA LAVRADA – O nome foi escolhido pela existência de “Pedras com gravuras e pinturas em arte rupestre”, distante a cerca de 1 km da sede do município.
139. PEDRAS DE FOGO – També (ou Itambé) significa pedras de fogo (ou pedra afiada que solta faísca). Esse território era caracterizado pela existência de pedras avermelhadas que soltavam faíscas quando em atrito com os cascos de bois e cavalos dos tropeiros cuja nomenclatura etimológica (Itambé).
140. PEDRO RÉGIS – Nas terras pertencentes a Pedro Régis, iniciou-se os primeiros povoamentos da localidade ainda por volta de 1932.
141. PIANCÓ – A povoação de Santo Antônio de Piancó iniciou-se as margens do rio Piancó, que recebeu esse nome em homenagem ao intrépido Cacique Piancó
142. PICUÍ – Lázaro José Estrela havia cavado uma cacimba na confluência dos rios das Várzeas e do Pedro e, nos períodos de estiagem, abastecia os moradores das adjacências. Essa cacimba era bastante frequentada por uma espécie de pomba, conhecida como Pucuhy, que, em suas águas, saciavam a sede. Por esta razão, o local passou a ser chamado de Pucuhy. Posteriormente o nome foi mudado para Picuhy – uma palavra composta, unindo Pico (da serra Malacacheta) ao ípsilon (Y), forma da confluência dos dois rios. Na nova ortografia, o nome passou a ser escrito Picuí.
143. PILAR – Em homenagem a padroeira espanhola Nossa Senhora Del Pilar
144. PILÕES – Os “pilões” que intitularam a cidade, são formações rochosas com um formato propicio a esse nome e ficam na área rural do município bem próximo a cidade, no leito do rio Araçagi Mirim.
145. PILÕEZINHOS – Seu nome é derivado de pequenos pilões de pedra que provenientes da idade Pré Cambriana média, cuja idade varia entre 500 milhões de anos.
146. PIRPIRITUBA – O topônimo Pirpirituba é uma corruptela do tupi piri-piri-tyba, que em português significa “juncal, junco abundante” ou “onde nasce o junco”
147. PITIMBU – Pitimbu significa em linguagem indígena “Olho D’água do Fumo”
148. POCINHOS – Seu nome originou-se da existência, em determinada área, de diversos pequenos poços, contendo água potável.
149. POÇO DANTAS – Conta-se que a região onde estava encravada a cidade serviu de habitat de Antas, animal mamífero parecido com o porco da família dos Taperídios.
150. POÇO DE JOSÉ DE MOURA – Em meio ao terreno seco surgia uma porção de capim verde onde se jorrava água, era uma cacimba (semelhante a um poço, daí a denominação para a localidade). José Alves de Moura, àquele que com toda honra é considerado o fundador, mesmo não sendo ele o primeiro a ocupar aquele sítio.
151. POMBAL – Homenagem ao Marquês de Pombal, primeiro-ministro do rei de Portugal D. José I
152. PRATA – Originou-se de uma fonte de águas límpidas, descoberta pela moradora Catarina Paz, que passou a chamá-la de Poço de Água de Prata.
153. PRINCESA ISABEL – Homenagem a Princesa Isabel, filha mais velha do imperador D. Pedro II
154. PUXINANÃ – Etimologicamente, o nome do município vem do tupi “puxi–nanã” e significa “ananás ruim (incomestível)”, em referência ao fruto da bromélia, semelhante a um abacaxi.
155. QUEIMADAS – As matas então existentes nas proximidades, proporcionavam excelente caça fazendo com que as pessoas para ali se deslocassem para suas caçadas de fins de semana. Para facilitar suas tarefas, ateavam fogo às macambiras, muito abundante na região. Daí a origem do topônimo do município “Queimadas”.
156. QUIXABA – Quixaba advém do vocábulo tupi “qüessaba”, “quixaba”, que significa lugar de dormir, rede, o pouso.
157. REMÍGIO – Homenagem ao fundador da cidade Remígio dos Reis que edificou sua casa às margens de uma das cinco lagoas existentes naquela área ficando o lugar conhecido como Lagoa de Remígio.
158. RIACHÃO – A existência de um riacho grande que corria dos elevados serranos para os baixios, favoreceu a implantação de uma das primeiras fazendas do lugar, coincidente chamada da Fazenda Baixio.
159. RIACHÃO DO BACAMARTE – A localidade recebeu esse nome em função do Riachão do Bacamarte
160. RIACHÃO DO POÇO – Segundo alguns moradores, o nome Riachão do Poço é devido a um riacho que passa por trás da igreja matriz da cidade, o qual tem um poço em seu leito que mesmo durante as estiagens não seca.
161. RIACHO DE SANTO ANTÔNIO – Um caçador com muita sede encontrou um riachinho com água doce em plena mata fechada, numa terrível seca. Chegando a Taquaritinga encontrou o Padre Antônio Ibiapina que lhe contou o que havia acontecido naquele lugarejo, foi aí que o Padre decidiu ir até o local e fez uma promessa ao glorioso Santo Antônio para que aquela água nunca secasse
162. RIACHO DOS CAVALOS – O sítio Riacho dos Cavalos foi a verdadeira origem do atual município que lhe levou o nome.
163. RIO TINTO – A origem do nome “Rio Tinto”, surgiu devido as águas vermelhas do rio que banha a região.
164. SALGADINHO – Viajantes cavavam poços a procura de água, que se apresentava com acentuado gosto de sal. Daí a origem do topônimo Salgadinho.
165. SALGADO DE SÃO FÉLIX – O acentuado gosto de sal das águas dos riachos que banhavam o local originou a denominação de Salgado. Tempos depois, chegaram da Itália alguns missionários, trazendo a imagem de São Félix de Cantalice, que os moradores elegeram Padroeiro. O lugar passou a chamar-se Salgado de São Félix
166. SANTA CECÍLIA – Provavelmente é uma homenagem a Cecília Sales casada com João Lopes de Mendonça que viajou para o Amazonas deixando Cecília sozinha a mercê de sua sorte e lá chegou a falecer.
167. SANTA CRUZ – No Sítio Santa Cruz foi celebrada a primeira missa e no lugar, foi erguida uma cruz como símbolo do cristianismo da gente de Santa Cruz, que representava por poucas e dispersas famílias que habitavam a região.
168. SANTA HELENA – Em homenagem a Santa Helena, padroeira da cidade
169. SANTA INÊS – Em homenagem a Santa Inês, padroeira da cidade
170. SANTA LUZIA – Em homenagem a Santa Luzia, padroeira da cidade
171. SANTA RITA – O primeiro nome dado ao lugarejo foi Cumbe (palavra de dialeto banto, de Angola, que significa “pequeno povoado ou povoado distante”) que era um engenho que posteriormente comprado, seu proprietário, devoto de Santa Rita de Cássia, mudou seu nome para Usina Santa Rita, ainda no século XVIII, quando a santa nem havia sido canonizada.
172. SANTA TERESINHA – Em homenagem a Santa Teresinha, padroeira da cidade
173. SANTANA DE MANGUEIRA – Em homenagem a Nossa Senhora Santana, padroeira da cidade e ao Sr. Antônio de Souza Mangueira, dono da Fazenda Serrote onde hoje se situa a sede do município.
174. SANTANA DOS GARROTES – O município teve origem em 1825, com a instalação da Fazenda Exu, onde existia uma casa de oração. Nesse ano a região foi assolada por uma grande seca, tendo o morador José dos Santos subtraído um garrote para se alimentar, escondendo os vestígios junto a uma lagoa, denominada dos Garrotes. Em 1850, a casa de oração foi transferida para a margem esquerda do riacho Santana, onde foi erguida uma capela.
175. SANTARÉM (JOCA CLAUDINO) – Homenagem ao patriarca da família “Claudino”, personagem ilustre que foi um dos grandes investidores da região.
176. SANTO ANDRÉ – As primeiras casas foram instaladas no Sítio Santo André.
177. SÃO BENTINHO – São Bentinho iniciou-se entre os sítios: São Bento ao norte e Várzea Redonda ao sul.
178. SÃO BENTO – Por ali passou um sacerdote de nome desconhecido com destino à cidade de Pombal (Paraíba), onde iria celebrar a Festa do Rosário, que teria batizado o lugar de São Bento, devido quase ter sido picado por uma cobra, assim permanecendo até nossos dias.
179. SÃO DOMINGOS – As primeiras casas foram instaladas no sítio São Domingos e em homenagem a São Domingos, padroeiro da cidade
180. SÃO DOMINGOS DO CARIRI – Cujo o nome tem sua origem no Domingo, ‘dia do Senhor’, no qual a comunidade se dedicava a construção da antiga capela e por estar localizado na microrregião do Cariri Oriental.
181. SÃO FRANCISCO – São Francisco começou a existir em torno de uma capela que foi erigida em louvor ao Sagrado Coração de Jesus. O templo foi construído num terreno doado por Francisco das Chagas Andrade, que provavelmente tenha originado o nome da cidade.
182. SÃO JOÃO DO CARIRI – As primeiras casas foram instaladas no Sítio São João e por estar localizado na microrregião do Cariri Oriental.
183. SÃO JOÃO DO RIO DO PEIXE – As primeiras casas foram instaladas na Fazenda São João e ocupava a região chamada Ribeira do Rio do Peixe.
184. SÃO JOÃO DO TIGRE – Construiu-se uma capela de São João Batista, e ao seu redor começaram a surgir as primeiras casas residenciais e comerciais. Chamou-se Tigre, nome proveniente de animais que os primeiros habitantes matavam na região. O nome Tigre é inadequado, visto que não existe no Brasil, e sim onças pintadas.
185. SÃO JOSÉ DA LAGOA TAPADA – Em homenagem a São José, padroeiro da cidade e o nome Lagoa Tapada, foi em virtude a um aterro feito em uma lagoa, hoje localizado no Sítio Lagoa Tapada de onde originou-se o nome da cidade.
186. SÃO JOSÉ DE CAIANA – Em homenagem a São José, padroeiro da cidade e ao dono do sítio de Manoel Caiana que originou-se a cidade.
187. SÃO JOSÉ DE ESPINHARAS – As primeiras casas foram instaladas na Fazenda São José às margens do rio Espinharas.
188. SÃO JOSÉ DE PIRANHAS – Em homenagem a São José, padroeiro da cidade e ao Rio Piranhas que deu o nome a cidade.
189. SÃO JOSÉ DE PRINCESA – Em homenagem a São José, padroeiro da cidade e porque pertencia à cidade de Princesa Isabel
190. SÃO JOSÉ DO BONFIM – Em homenagem a São José, padroeiro da cidade e a família capitaneada por Aninha Bonfim, uma das primeiras posseiras das terras compreendidas entre a Serra do Teixeira e o município de Patos.
191. SÃO JOSÉ DO BREJO DO CRUZ – Em homenagem a São José, padroeiro da cidade e porque pertencia à cidade de Brejo do Cruz
192. SÃO JOSÉ DO SABUGI – As primeiras casas foram instaladas na Fazenda São José no Vale do Sabugi. Em termos originais, “SABUJI” vem da língua indígena eça-ponji e significa “olho d’água rumoroso”.
193. SÃO JOSÉ DOS CORDEIROS – Em homenagem a São José, padroeiro da cidade e a família capitaneada pelo Padre Alípio Cordeiro que iniciou a construção da capela dando origem a cidade.
194. SÃO JOSÉ DOS RAMOS – Em homenagem a São José, padroeiro da cidade e a família Ramos fundadores da cidade.
195. SÃO MAMEDE – Em homenagem a São Mamede, co-padroeiro da cidade.
196. SÃO MIGUEL DE TAIPU – Em homenagem a São José, padroeiro da cidade e ao engenho Taipu, onde surgiu o núcleo habitacional que deu origem à cidade
197. SÃO SEBASTIÃO DE LAGOA DE ROÇA – A pequena lagoa que ficava a oeste do povoamento, onde foi levantada a capela de São Sebastião, onomástico do doador do patrimônio e do padroeiro do templo, deu origem ao atual nome
198. SÃO SEBASTIÃO DO UMBUZEIRO – Em homenagem a São Sebastião, padroeiro da cidade. Na sombra de um pé de umbu localizado na nascente do Rio Paraíba nos Cariris Velhos, onde ali começava a construção das primeiras casas.
199. SAPÉ – A denominação Sapé originou-se da existência de um tipo de capim abundante na região, conhecido pelos indígenas como eçape, o que alumia o caminho, o que dá claridade. Dele se serviam para fazer fachos de iluminar as travessias noturnas.
200. SERIDÓ (SÃO VICENTE DO SERIDÓ) – Em homenagem a família de Antônio Vicente, antigo morador, que doou o terreno para o patrimônio da Capela de São Vicente Férrer, padroeiro da cidade.
201. SERRA BRANCA – Em alusão à Serra Jatobá, também conhecida por Pedra Esbranquiçada (origem do nome da cidade), grande rocha de cor branca (que pode ser vista até do espaço)
202. SERRA DA RAIZ – O nome do município, Serra da Raiz, derivou-se de uma raiz de propriedades medicinais que se encontrava na localidade, a qual foi muito utilizada no passado pelos silvícolas.
203. SERRA GRANDE – Em alusão à Serra Grande na região conhecida por Timbaúba, devido à grande quantidade de árvores dessa espécie.
204. SERRA REDONDA – Em alusão à Serra Redonda descoberta por Pedro Azevedo Cruz e Alexandre José Gomes da Cruz que em penetração pelo interior, descobriram um morro de forma arredondada
205. SERRARIA – Manoel Birindiba construíra uma serraria (1851) que beneficiaria a madeira extraída das matas da região, aproveitada na fabricação de móveis e de outros artigos de marcenaria. Essa serraria seria a responsável pelo nome do lugarejo.
206. SERTÃOZINHO –
207. SOBRADO – A origem do nome Sobrado, advém do modelo da primeira grande construção que foi erguida na atual cidade.
208. SOLÂNEA –
209. SOLEDADE – O primeiro nome do Município por sugestão do missionário Padre Ibiapina, foi Solidão, mas democraticamente fazendo-se oitiva de uma espécie de conselho comunitário chegou-se a um acordo pela palavra sinônimo de Soledade.
210. SOSSÊGO –
211. SOUSA – Em alusão a cidade de Sousa, Portugal, cidade natal dos administradores da nova localidade
212. SUMÉ – Na língua tupi “Sumé” se refere a um “personagem misterioso que pratica o bem e ensina a cultivar a terra”. No espírito religioso dos catequizadores identifica São Tomé.
213. TAPEROÁ – Taperoá apresenta duas traduções: Uma diz que “taper-uá” = morador de taperas, aldeia abandonada e a outra que “taper-uá” = nome de andorinha, no linguajar indígena.
214. TAVARES – Homenagem ao primeiro vigário e fundador da cidade, Padre Francisco Tavares Arcoverde.
215. TEIXEIRA – Recebeu esse nome por estar localizada na microrregião da Serra do Teixeira, mas outros afirmam ser em alusão a seu fundador Capitão Francisco da Costa Teixeira.
216. TENÓRIO – Em alusão a um chefe indígena que teria passado por estas terras, chamado Tenório.
217. TRIUNFO – O nome da localidade foi uma sugestão do Padre Costa, numa forma de homenagear ao padroeiro Menino Deus, por ter feito “triunfar” os habitantes do lugar ante a terrível peste da cólera.
218. UIRAÚNA – Origina-se da expressão em tupi-guarani “guirauna” = pássaro preto.
219. UMBUZEIRO – O local era assinalado pela existência de frondoso umbuzeiro que provém de Umbu, corruptela da expressão indígena “am-bur” = que está de pé, referindo-se ao tronco reto da planta.
220. VÁRZEA – O Sítio Várzea por volta de 1853 foi o marco da colonização que mais tarde seria o município de mesmo nome.
221. VIEIRÓPOLIS – A primeira família a se instalar nas terras que eram de uma herdeira chamada Emanuelle, foi a família Vieira (Daí o nome ”VIEIRÓPOLIS”), contendo oito irmãos e formando a Fazenda Palestina.
222. VISTA SERRANA – Recebeu esse nome em decorrência das Serras que cercam o município.
223. ZABELÊ – O povoamento da cidade teve início na Fazenda Zabelê. Zabelê é o nome de aves típicas da região, que gostam muito de andar no chão e voam pouco, além de preferirem lugares úmidos e dormir em arbustos não muito altos.